segunda-feira, 4 de março de 2019


6º Dia da NOVENA de SÃO JOÃO DE DEUS
“Esforcemo-nos todos desde já por amor de Jesus Cristo e não nos deixemos vencer pelos nossos inimigos, mundo, demónio e carne. Sobretudo, minha irmã, tende sempre caridade, pois ela é a mãe de todas as virtudes”.
3.ª Carta de São João de Deus à Duquesa de Sesa

Senhor, que infundistes no coração de São João de Deus
um grande espírito de caridade,
concedei-nos que, praticando as obras de misericórdia,
mereçamos ser recebidos entre os eleitos no reino da glória.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

São João de Deus, rogai por nós.

domingo, 3 de março de 2019


5º Dia da NOVENA de SÃO JOÃO DE DEUS
“Três coisas devemos a Deus: amor, serviço e reverência. Amor, para que, como a Pai celeste, O amemos sobre todas as coisas do mundo. Serviço, para que O sirvamos como Senhor, não pelo interesse da glória que Ele há-de dar aos que O servirem, mas unicamente pela sua bondade. Reverência, como Criador, não trazendo o seu santo nome na boca senão para Lhe dar graças e bendizer o seu santo nome”.
3.ª Carta de São João de Deus à Duquesa de Sesa

Senhor, que infundistes no coração de São João de Deus
um grande espírito de caridade,
concedei-nos que, praticando as obras de misericórdia,
mereçamos ser recebidos entre os eleitos no reino da glória.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

São João de Deus, rogai por nós.

sábado, 2 de março de 2019


4º Dia da NOVENA de SÃO JOÃO DE DEUS
“Três são as virtudes que nos encaminham para o Céu: a primeira é a Fé, (pela qual) acreditamos em tudo o que crê e ensina a Santa Madre Igreja, guardamos os seus mandamentos e os pomos por obra; a segunda é a Caridade, (pela qual procuramos) ter caridade, primeiro com as nossas almas, purificando-as com a confissão e a penitência, depois com os nossos próximos e irmãos, querendo para eles o que queremos para nós; a terceira é a Esperança, só em Jesus Cristo, o qual, em troca dos trabalhos e sofrimentos que por seu amor passarmos nesta vida miserável, nos dará a glória eterna, pelos méritos da sua sagrada Paixão e por sua misericórdia”.
3.ª Carta de São João de Deus à Duquesa de Sesa

Senhor, que infundistes no coração de São João de Deus
um grande espírito de caridade,
concedei-nos que, praticando as obras de misericórdia,
mereçamos ser recebidos entre os eleitos no reino da glória.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

São João de Deus, rogai por nós.

sexta-feira, 1 de março de 2019


Mensagem Quaresmal do Arcebispo de Évora

Discípulos Missionários em Tempo de Quaresma
A Arquidiocese de Évora, em comunhão com o Santo Padre e com a Igreja universal, unida à Igreja em Portugal, (cf. “Todos, Tudo e Sempre em Missão”), vive o Ano Pastoral 2018-19 em proposta de renovação missionária, no desafio do tema Discípulos Missionários. Conforme refere o nosso Plano Pastoral, “Muito há a fazer para que o rosto missionário da Igreja seja mais evidente e produza frutos mais abundantes nos vários âmbitos da comunidade humana que é o horizonte largo que Jesus confiou aos seus discípulos de ontem e de hoje”.
«Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda a criatura» (Mc. 16,15) é o desejo que Jesus Cristo nos legou e para o qual espera de cada cristão uma entrega incondicional. Esta entrega, como nos refere o Papa Francisco ao convocar a Igreja para a vivência do Mês Missionário, no centenário da promulgação da Carta Apostólica Maximum Illud, de Bento XV (1919), assenta em quatro pilares, que recordamos: encontro pessoal com Cristo, testemunho de vida, formação e caridade missionária. Em tempo de Quaresma, podemos retomar estas quatro propostas de crescimento e amadurecimento e fazermos delas uma estrada de compromisso e conversão que nos levem à Páscoa da Ressurreição.
Só no encontro pessoal com Cristo, se alicerça a caridade missionária pelo testemunho de vida. O desejo de mais formação é consequência da experiência de Deus que nos abre sempre novos horizontes de dádiva e de beleza. Por isso, convido todos os cristãos a valorizar, neste Tempo Favorável, a nossa oração pela escuta mais atenta e assídua da Palavra de Deus; pela vivência dos Sacramentos da Eucaristia e da Reconciliação; pela prática dos atos de piedade tradicionais, como a adoração ao Santíssimo Sacramento, Via Sacra e Oração do Rosário a Nossa Senhora. Recordo a valorização que devemos colocar na vivência do Lausperene Quaresmal, programado para as nossas paróquias, e nos tempos de “Retiro” e Peregrinação que poderemos organizar enquanto paróquias, grupos e movimentos eclesiais. Importa que neste Ano Missionário nos proponhamos em valorizar a qualidade dos nossos encontros pessoais e comunitários com o Mestre, para que renovemos a nossa alegria de discípulos missionários e vençamos a rotina.
Nesta primeira Mensagem Quaresmal que vos dirijo, descalço os meus pés, na certeza de que piso “terra sagrada” ao bater à porta da vossa consciência cristã para vos pedir em nome do Senhor, um renovado Amor à Sua Igreja, pela qual Ele se entregou, amou até ao fim e deu a vida. Os tempos de purificação que vivemos, pedem-nos oração e compromisso missionário. A nossa fidelidade a Cristo e entrega à Comunidade Cristã são a primeira resposta aos desafios que vivemos. Será no nosso encontro com o Senhor que encontraremos sempre renovadas energias para testemunhar o poder libertador da nossa fé.
Na sua Mensagem para esta Quaresma, o Papa Francisco lembra-nos que «a celebração do Tríduo Pascal da paixão, morte e ressurreição de Cristo, ponto culminante do Ano Litúrgico, chama-nos sempre a viver um itinerário de preparação, cientes de que nos torna semelhantes a Cristo (cf Rom 8, 29) e é um dom inestimável da misericórdia de Deus», por isso, o nosso encontro com o Senhor há-de levar-nos a uma identificação com os Seus valores e critérios através da renovação do Mistério Pascal em cada um de nós, na medida em que pela conversão morremos para o homem velho e renascemos com Cristo para o homem novo. A vivência deste dinamismo pascal será a melhor preparação para a vivência autêntica do próximo Tríodo Pascal, que queremos continuar a celebrar com todo o empenho.
A Quaresma é “sinal sacramental” de conversão na medida em que nos convida a encontrarmo-nos de forma mais intensa e concreta com o Mistério Pascal, através da oração, do jejum e da penitência. Estas atitudes próprias deste Tempo, aprofundam a nossa dimensão relacional com Deus, com os Irmãos e com toda a criação e delas brotam a paz e o equilíbrio ecológico tão necessários e urgentes para toda a humanidade e para a nossa “Casa comum” Por isso, a vivência quaresmal leva em si um contributo capaz de valorizar a nossa cidadania. A este propósito o Papa refere que «Rompendo-se a comunhão com Deus, acaba por falir também a relação harmoniosa dos seres humanos com o meio ambiente, onde estão chamados a viver, a ponto do jardim se transformar num deserto (cf Gn3,17-18)».
Somos convidados a alargar a tenda do nosso coração e a olhar para os irmãos em dificuldade com o mesmo olhar de Cristo. Esta atitude fraterna e solidária é consequência necessária do nosso encontro de discípulos com a misericórdia de Deus. A partilha dos bens espirituais e materiais é a proclamação pela vida, que Deus é Pai de todos e nós somos o rosto do Seu Amor para todos.
Neste ano, através da Cáritas Nacional, dirigimos a nossa Renúncia Quaresmal aos Irmãos e Irmãs da Venezuela, cujas necessidades são testemunhadas pelos constantes apelos do Episcopado daquele país. Convido-vos a abrir os olhos do vosso coração e a fazer deste gesto de comunhão um abraço que encoraje e faça sentir a nossa presença junto dos mais necessitados daquele povo irmão, a quem nos unem tantos laços de convivência migratória.
Como nos anos anteriores, cofio à Cáritas Diocesana a Campanha da Renúncia Quaresmal. O produto recolhido em cada paróquia será entregue ao Vigário da Vara que, por sua vez, o fará chegar à Cúria Diocesana.
Évora, 27 de fevereiro de 2019
+ Francisco, Arcebispo de Évora

3º Dia da NOVENA de SÃO JOÃO DE DEUS
Jesus Cristo vos pague no Céu a esmola e santa caridade que sempre me tendes feito … . Recordai-vos bem do que um dia vos disse em Cabra: tende esperança só em Jesus Cristo, que por Ele sereis consolada, mesmo que agora passeis trabalhos; porque, no fim, hão-de contribuir para maior consolação e glória vossa, se os sofrerdes por Jesus Cristo”.
3.ª Carta de São João de Deus à Duquesa de Sesa

Senhor, que infundistes no coração de São João de Deus
um grande espírito de caridade,
concedei-nos que, praticando as obras de misericórdia,
mereçamos ser recebidos entre os eleitos no reino da glória.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

São João de Deus, rogai por nós.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019


2º Dia da NOVENA de SÃO JOÃO DE DEUS
“Todos os dias da vossa vida tende Deus diante dos olhos; ouvi sempre Missa inteira; confessai-vos com frequência, se for possível; não durmais nenhuma noite em pecado mortal. Amai a Nosso Senhor Jesus Cristo sobre todas as coisas do mundo, pois, por muito que O ameis, muito mais vos ama Ele. Tende sempre caridade, porque onde não há caridade não há Deus, embora Ele esteja em todo o lugar”.
Carta de São João de Deus a Luís Baptista

Senhor, que infundistes no coração de São João de Deus
um grande espírito de caridade,
concedei-nos que, praticando as obras de misericórdia,
mereçamos ser recebidos entre os eleitos no reino da glória.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

São João de Deus, rogai por nós.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019


1º Dia da NOVENA de SÃO JOÃO DE DEUS
Se consideramos atentamente a misericórdia de Deus, nunca deixaremos de fazer o bem de que formos capazes: com efeito, se damos aos pobres por amor de Deus aquilo que Ele próprio nos dá, Ele promete-nos o cêntuplo na felicidade eterna. Feliz pagamento, ditoso lucro! Quem não dará a este bendito mercador tudo o que possui, se Ele procura o nosso interesse e, com os braços abertos, insistentemente pede que nos convertamos a Ele, que choremos os nossos pecados e tenhamos caridade para com as nossas almas e para com o próximo? Porque assim como o fogo apaga a água, assim a caridade apaga o pecado”.
São João de Deus

Senhor, que infundistes no coração de São João de Deus
um grande espírito de caridade,
concedei-nos que, praticando as obras de misericórdia,
mereçamos ser recebidos entre os eleitos no reino da glória.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

São João de Deus, rogai por nós.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019


Venerável Servo de Deus Marcelino da Capradosso,
irmão leigo da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos
Século XIX-XX – Itália
Memória a 26 de Fevereiro
Frei Marcelino Maoloni de Capradosso di Rotella (AP) nasceu em 22 de Setembro de 1873, em Villa Sambuco di Castel di Lama (Ascoli Piceno), filho de Pasquale Maoloni e Serafina Caioni, quarto de seis filhos. Por razões de trabalho, a família se transferiu pouco depois do nascimento de Giovanni para Capradosso. Desde a infância foi admirado pelos seus conterrâneos pela sua profunda piedade para com Deus, pela sua humidade e disposição para a penitência.
Por causa da modesta economia familiar, Giovanni não pôde participar das aulas escolares, seus braços eram muito preciosos no campo, aprendendo a ler e escrever sozinho. Seu pároco, Padre Giovanni Michelessi, guiou-o na vida espiritual, reconhecendo nele um jovem de coração generoso e puro.
Como todos os jovens de sua idade, pensou em formar uma família, mas preponderante se apresentou nele o chamado à vida religiosa. O pai, já idoso e sem forças, aconselhou-o prudentemente a esperar enquanto o irmão mais novo Emidio não tivesse alcançado a segurança económica, para poder substitui-lo nos trabalhos agrícolas e no sustento da família. Acolhendo o desejo do pai, esperou três anos.
Finalmente, em 6 de Abril de 1902, Giovanni, com a idade de 28 anos, pôde seguir a sua vocação dirigindo-se, na calada da noite, ao convento dos Capuchinhos de Ascoli Piceno. Aí, foi alcançado pelo irmão mais velho Vincenzo, determinado a dissuadi-lo de seu propósito, até com a violência, e não apenas verbal. Giovanni se deixou bater sem responder nada. Dez dias depois, iniciou o noviciado em Fossombrone, recebendo o seu novo nome: Frei Marcelino de Capradosso.
Após uma formação dura e intensa (são deste período as suas lutas com o demónio e as visões marianas, que produziram também em seus superiores um senso de estranheza), emitia a profissão simples em 27 de Abril de 1903. Ao término do noviciado, Frei Marcelino era um homem maduro de 30 anos, treinado na virtude e na oração, de grandes dotes humanos, grande trabalhador, sempre pronto à obediência, dedicado às penitências, inclusive a flagelação, sempre pronto ao coro; foi convidado ao convento de Fermo, onde estava presente uma fraternidade formadora.
A sua atividade prevalente não estava vinculada a uma obediência explícita, mas a uma série de encargos que, normalmente, os irmãos leigos neoprofessos recebiam: auxiliar de cozinha, onde, sem experiência, nem sempre esteve à altura; hortelão, no qual pôde contar com seus precedentes anos de trabalho agrícola e foi muito bem-sucedido; enfermeiro, sempre solícito e caridoso para com os doentes.
Considerado maduro na vocação e forte na virtude, foi encarregado pela esmola, encarando também longos períodos de ausência do convento; dormindo e se alimentando como hóspede de famílias e de casas paroquiais; jejuando até tarde para poder receber a eucaristia; encontrando as pessoas e levando-lhes uma boa palavra.
O seu emblema era a bolsa que levava a tiracolo, uma bolsa que abria as portas e as almas. Difundiu-se aos poucos a fama da sua vida religiosa excelente, acompanhada por aqueles pequenos sinais extraordinários típicos da tradição franciscana dos fioretti: favas murchas que regeneravam, ou barris vazios, dos quais jorrou vinho, ou de um barril pesadíssimo que conseguiu transportar sozinho.
Ia aos pobres e ricos sem distinção, pedindo por amor de Deus a caridade para seus frades, retribuindo-a com aquela espiritual, pois o que não se merece é o que mais se precisa. As suas mendicâncias foram obra de extraordinária evangelização do mundo rural, que, por experiência, conhecia tão bem.
Entre os momentos mais intensos e significativos da vida simples e linear de Frei Marcelino, esteve a assistência a um jovem confrade, Frei Serafino de Pollenza, gravemente enfermo de tuberculose. Por cerca de seis meses, foi ao seu encontro em todas as suas necessidades materiais e espirituais, confortando-o com as palavras da fé e da caridade, pondo em prática a sua natural predisposição para com as dores alheias, que fazia suas e jamais se cansava de aliviar.
Terminado seu serviço ao enfermo, pediu para partir em missão ao Brasil, mas, após certo tempo, o Servo de Deus adoeceu, provavelmente por contágio, de peritonite tuberculosa. Em 24 de Agosto de 1908, foi internado no Hospital Humberto I de Fermo, onde foi submetido, sem clorofórmio, a uma operação cirúrgica, deixando-o com a ferida aberta para permitir a saída de pus. Os sofrimentos foram fortes, aceitados pelo Servo de Deus sem se lamentar e com ânimo alegre, sorridente, proclamando-se o homem mais feliz do mundo, em um sereno abandono em Jesus. Os últimos dois meses, não conseguindo mais ficar em pé, passou-os completamente acamado, na oração contínua e no sacrifício de si, agradecendo por cada pequeno serviço recebido.
Recebendo alta do hospital, morreu no convento em 26 de Fevereiro de 1909, com 36 anos de idade, após ter recebido a unção dos enfermos e o viático. A enfermidade foi vivida pelo Venerável Servo de Deus por amor a Cristo, tendo bem presente a glória do Paraíso.
Uma grave doença torna-o num verdadeiro mártir e prepara-o para o Reino dos Céus. Morreu no Convento dos Capuchinhos de Fermo, a 26 de Fevereiro de 1909.
Em 7 de Novembro de 2017, a Assembleia Ordinária dos Cardeais e Bispos da Congregação para as Causas dos Santos deu voto positivo, reconhecendo as virtudes heroicas do Servo de Deus Marcelino de Capradosso (1873-1909), professo da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos da Província das Marcas.
O Santo Padre, em 8 de Novembro de 2017, autorizou a promulgação do Decreto.
Ainda nos nossos dias são assinaladas graças obtivas pela sua intercessão.
Para conseguir imagens, biografias e comunicar “graças” obtidas pela sua intercessão, dirigir-se a:
VICE POSTULAZIONE del Servo di Dio Marcellino da Capradosso
CONVENTO CAPPUCCINI
63023 FERMO (AP)
Itália - Tel. 0734/219379