Que tristeza. QUE TRISTEZA.
A propósito da grandíssima falta de respeito da Rádio Comercial que invoca o Nome de Deus em vão e ridiculariza o Mistério do Natal… fico triste e zangado, mas não surpreendido.
O que me deixa verdadeiramente escandalizado, triste, furioso, etc... etc... etc... é que aqueles que têm a missão de ser guardiões da fé e dos Mistérios de Deus, lhe achem piada, como sobejamente é divulgado nas redes sociais.
O meu "hit" de Natal... e as publicações da dita aleivosia, em páginas oficiais da Igreja… é o fim…
Que tristeza. QUE TRISTEZA.
Deus tenha compaixão de nós e nos dê juízo até 3 dias depois de mortos.
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quinta-feira, 5 de dezembro de 2019
quinta-feira, 23 de março de 2017
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
Dia Mundial de Oração
pelo
Cuidado da Criação
A Igreja Católica celebra, a 1 de Setembro, o Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação. A data foi instituída pelo Papa Francisco e tem um sentido ecuménico, já que a mesma é também comemorada pela Igreja Ortodoxa.
O Santo Padre pretende que a celebração do Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação ofereça aos fiéis e às comunidades a oportunidade de «renovarem a adesão pessoal à vocação de protetores da criação», «elevando a Deus o agradecimento pela obra maravilhosa que Ele confiou ao nosso cuidado».
«Como cristãos queremos oferecer a nossa contribuição à superação da crise ecológica que a humanidade está a viver. Por isto devemos, antes de tudo, procurar no nosso rico património espiritual as motivações que alimentam a paixão pelo cuidado da criação, recordando sempre os que creem em Jesus Cristo, Verbo de Deus que se fez homem por nós», explica o Santo Padre.
O Papa alerta que a «crise ecológica» impele a uma «profunda conversão espiritual» e frisa que os cristãos são chamados a uma «conversão ecológica, que comporta deixar emergir, nas relações com o mundo que os rodeia, todas as consequências do encontro com Jesus», citando a encíclica Laudato Sí (217).
A ideia do “Dia de Oração” havia sido sugerida pelo ortodoxo Ioannis, de Pergamo, que participou da apresentação da encíclica Laudato sì , no mês de Junho passado. E para evidenciar o valor agregado à oração que é o “si consenserint” (“se pedirdes unidos”) do Evangelho, na Carta com a qual o Santo Padre institui o Dia de Oração (6.8.2015), coneça dizendo: «Compartilhando com o amado irmão, o Patriarca Ecumenico Bartolomeu, as preocupações pelo futuro da criação, e acolhendo a sugestão de seu representante, o Metropolita Ioannis…». Demonstra com isso que não é importante de quem veio a ideia, porque pode-se sempre aprender uns dos outros. E para reafirmar o conceito, no final do documento o Papa solicita ao cardeal Koch, presidente do Conselho para a Unidade dos Cristãos para «cuidar da coordenação com iniciativas similares tomadas pelo Conselho Mundial de Igrejas».
O Conselho Ecuménico das Igrejas (CEC) dedica ao período que vai de 1º de Setembro (primeiro dia do ano litúrgico na tradição ortodoxa) a 4 de Outubro (dia de São Francisco de Assis na tradição católica), o tema: “O tempo para a criação”, com acções pela questão ambiental e a sua relação com a justiça e a paz.
Significativa, portanto, a opção do Papa de celebrar o Dia de Oração todos os anos no dia 1º de Setembro, a mesma data dos ortodoxos e dia inicial do “tempo” dedicado pelo CEC a esse tema. Assim como é significativo o seu auspício de que unam-se também outras igrejas e comunidades eclesiais, a fim de que se torne uma ocasião frutuosa para «testemunhar a nossa crescente comunhão».
Neste contexto ecuménico, o Santo Padre desejou que esta iniciativa possa envolver outras Igrejas e comunidades eclesiais e ser celebrado em sintonia com as atividades que o Conselho Mundial de Igrejas promove sobre este tema. A instituição do “Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação” foi comunicada numa carta ao presidente do Conselho Pontifício da Justiça e da Paz e ao presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, respetivamente o cardeal Peter Turkson e o cardeal Kurt Koch.
Aos dois responsáveis Francisco pediu a divulgação da instituição deste dia para que, «em harmonia com as exigências e as situações locais» a sua celebração seja organizada com a participação de todo o Povo de Deus.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
Então, e agora?!?!?!
Será que o choque... o respeito pela diferença se esgotaram em Paris?!
Ninguém faz manifestações públicas de repúdio pelo 21 que foram degolados só por serem cristãos, como fizeram pelos 12 metralhados de Paris só por serem cartoonistas?! Não terão uns direito a ser cristãos, assim como outros, o têm de ser cartoonistas? Ou os direitos esbarram e terminam na suposta liberdade de expressão e informação?
Vá lá, senhores presidentes, ministros, embaixadores ... poderosos e anónimos deste mundo tão civilizado e defensor das liberdades, igualdades e fraternidades... manifestem-se, convoquem ajuntamentos solidário, empunhem cartazes, sejam pródigos em dar entrevistas e exijam directos televisivos, promovam publicações que expressem a riqueza da vida destes homens e de muitos outros que diáriamente são barbaramente mortos, vendidos, explorados... por serem cristãos. De resto, meus senhores, como o fizeram com as vítimas de Paris. Em abono das ditas liberdades, igualdades e fraternidades, é o mínimo.
Vá lá, gente imparcialmente justa e solidária, gritem, mas gritem alto e bom som: JE SUIS CHRÉTIEN COPTE.
Pois, para que todos o saibam, com muito e santo orgulho: EU SOU CRISTÃO - JE SUIS CHRÉTIEN Copta, Católico, Protestante, Ortodoxo...
JE SUIS CHRÉTIEN.
Será que o choque... o respeito pela diferença se esgotaram em Paris?!
Ninguém faz manifestações públicas de repúdio pelo 21 que foram degolados só por serem cristãos, como fizeram pelos 12 metralhados de Paris só por serem cartoonistas?! Não terão uns direito a ser cristãos, assim como outros, o têm de ser cartoonistas? Ou os direitos esbarram e terminam na suposta liberdade de expressão e informação?
Vá lá, senhores presidentes, ministros, embaixadores ... poderosos e anónimos deste mundo tão civilizado e defensor das liberdades, igualdades e fraternidades... manifestem-se, convoquem ajuntamentos solidário, empunhem cartazes, sejam pródigos em dar entrevistas e exijam directos televisivos, promovam publicações que expressem a riqueza da vida destes homens e de muitos outros que diáriamente são barbaramente mortos, vendidos, explorados... por serem cristãos. De resto, meus senhores, como o fizeram com as vítimas de Paris. Em abono das ditas liberdades, igualdades e fraternidades, é o mínimo.
Vá lá, gente imparcialmente justa e solidária, gritem, mas gritem alto e bom som: JE SUIS CHRÉTIEN COPTE.
Pois, para que todos o saibam, com muito e santo orgulho: EU SOU CRISTÃO - JE SUIS CHRÉTIEN Copta, Católico, Protestante, Ortodoxo...
JE SUIS CHRÉTIEN.
quinta-feira, 12 de junho de 2014
Domingo da Santíssima Trindade
15 de Junho 2014
O tema deste ano 2014: «Evangelizamos orando».
Está em sintonia com o impulso evangelizador do papa Francisco na
exortação apostólica “Evangelii Gaudium” e remete ao essencial da vida
contemplativa que é a oração.
Os monges e monjas contemplativos evangelizam com o que “são”, mais que com o que “fazem”. A sua própria vocação e consagração são de maneira especial testemunho de fé e instrumento de evangelização. O essencial da evangelização dos contemplativos é mostrar aos demais a beleza da oração. As pessoas consagradas contemplativas ajudam-nos a experimentar o mistério insondável de Deus, que é amor. Fazem-no consagrando as suas vidas a Deus Pai, unidas à acção de graças do Filho Jesus Cristo e colaborando na acção santificadora do Espírito Santo.
Os monges e monjas contemplativos evangelizam com o que “são”, mais que com o que “fazem”. A sua própria vocação e consagração são de maneira especial testemunho de fé e instrumento de evangelização. O essencial da evangelização dos contemplativos é mostrar aos demais a beleza da oração. As pessoas consagradas contemplativas ajudam-nos a experimentar o mistério insondável de Deus, que é amor. Fazem-no consagrando as suas vidas a Deus Pai, unidas à acção de graças do Filho Jesus Cristo e colaborando na acção santificadora do Espírito Santo.
+ Vicente Jiménez Zamora
Obispo de Santander
Presidente de la Comisión Episcopal para la Vida Consagrada
Obispo de Santander
Presidente de la Comisión Episcopal para la Vida Consagrada
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Senhor nosso Deus e nosso Pai,
obrigado pelo dom de Jesus Cristo,
Teu Filho e nosso Irmão.
Ele vem aos nossos corações,
converte-nos e transforma-nos,
faz de nós Teus filhos bem amados.
Ajuda-nos a crescer no amor filial,
até à estatura do Homem Perfeito,
até às alturas do amor e do serviço.
Fortalece os nossos seminaristas,
com o dom do Teu Espírito,
para que sejam imagem de Jesus,
vejam com os Seus olhos,
amem com os Seus sentimentos,
sirvam com as Suas disposições filiais.
Nesta Semana dos Seminários,
nós te suplicamos, pela intercessão de Maria:
concede à Tua Igreja
muitas e santas vocações sacerdotai.
Ámen.
quarta-feira, 24 de julho de 2013
quinta-feira, 14 de março de 2013
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
ORAÇÃO PELO PAPA E PELO PRÓXIMO CONCLAVE
Deus Eterno e Omnipotente,
Pai, Filho e Espírito Santo,
que nos criastes à Vossa Imagem e semelhança e
de quem somos morada de eleição.Nós Vos damos graças pelo serviço generoso e iluminador
que o Vosso humilde Servo, o Papa Bento XVI, prestou à Vossa Igreja.
Nós Vos pedimos que o acompanheis,
neste momento em que entrega o Ministério Petrino
nas Vossas mãos e ao longo de toda a sua vida.
Pois, o chamais a “subir ao monte”,
e a dedicar-se ainda mais à oração e à meditação,
continuando a servir a Vossa Igreja,
com a mesma dedicação e amor com que o fez até agora,
mas de uma forma mais adaptada à sua idade e às suas forças.
Nós vos pedimos, Deus Uno e Trino,
pelo próximo Conclave.
Assisti o colégio de Cardeais,
tornai-os dóceis aos vossos apelos,
iluminai o seu discernimento,
ajudai-os a identificar “o doce Cristo sobre a terra”
que Vós escolhestes e destinastes para orientar os destinos da Vossa Igreja
rumo à fidelidade e radicalidade evangélicas,
rumo à pátria celeste.
Isto Vo-l’O pedimos, por Maria, Vossa Filha, Mãe e Esposa.
Ámen.
Deus Eterno e Omnipotente,
Pai, Filho e Espírito Santo,
que nos criastes à Vossa Imagem e semelhança e
de quem somos morada de eleição.Nós Vos damos graças pelo serviço generoso e iluminador
que o Vosso humilde Servo, o Papa Bento XVI, prestou à Vossa Igreja.
Nós Vos pedimos que o acompanheis,
neste momento em que entrega o Ministério Petrino
nas Vossas mãos e ao longo de toda a sua vida.
Pois, o chamais a “subir ao monte”,
e a dedicar-se ainda mais à oração e à meditação,
continuando a servir a Vossa Igreja,
com a mesma dedicação e amor com que o fez até agora,
mas de uma forma mais adaptada à sua idade e às suas forças.
Nós vos pedimos, Deus Uno e Trino,
pelo próximo Conclave.
Assisti o colégio de Cardeais,
tornai-os dóceis aos vossos apelos,
iluminai o seu discernimento,
ajudai-os a identificar “o doce Cristo sobre a terra”
que Vós escolhestes e destinastes para orientar os destinos da Vossa Igreja
rumo à fidelidade e radicalidade evangélicas,
rumo à pátria celeste.
Isto Vo-l’O pedimos, por Maria, Vossa Filha, Mãe e Esposa.
Ámen.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Jesus denuncia a hipocrisia religiosa
Na página do Evangelho de Mateus, que pertence ao chamado Sermão da Montanha, Jesus faz referência a três práticas fundamentais previstas pela Lei mosaica: a esmola, a oração e o jejum; mas são também indicações tradicionais, no caminho quaresmal, para responder ao convite de «converter-se a Deus de todo o coração». Mas Jesus põe em evidência aquilo que qualifica a autenticidade de cada gesto religioso, dizendo que é a qualidade e a verdade do relacionamento com Deus. Por isso, denuncia a hipocrisia religiosa, o comportamento que quer dar nas vistas, as atitudes que buscam o aplauso e a aprovação. O verdadeiro discípulo não procura servir-se a si mesmo ou ao «público», mas ao seu Senhor com simplicidade e generosidade: «E teu Pai, que vê o oculto, há-de recompensar-te» (Mt 6, 4.6.18). Então o nosso testemunho será tanto mais incisivo quanto menos procurarmos a nossa glória, cientes de que a recompensa do justo é o próprio Deus, permanecer unido a Ele, aqui nesta terra, no caminho da fé e, no fim vida, na paz e na luz do encontro face a face com Ele para sempre (cf. 1 Cor 13, 12).
Bento XVI, da Homilia de 4ª Feira de Cinzas (13.Fevereiro.2013)
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Filho da Igreja... que amo profundamente
É no mínimo estranho e surreal, que alguém, e refiro-me ao Santo Padre o Papa Bento XVI, passe com uma rapidez tão alucinante como desconcertante, de "Santo" a "persona non grata".
A dúvida que teima em perseguir-me prende-se com comentário...s (muito poucos - graças a Deus) de pretenso amor à verdade, à Igreja e ao seu futuro... citam-se documentos e mais documentos, visões e revelações apocalipticas, tecem-se comentários deselegantes - para não dizer completamente falhos de caridade evangélica, sobre discípulos apaixonados de Jesus que deram a vida pela Igreja..., contudo não encontro citações evangélicas, como por exemplo: "antes de mais a mútua e contínua caridade" ou o mandamento Novo do Amor... Com isto, não quero, não posso, nem devo julgar ninguém, pois a trave que tenho no meu olho é maior do quer qualquer argueiro no olho do meu irmão.
A dúvida que teima em perseguir-me... bem como a profunda tristeza prende-se com os comentários que antes referi, sobretudo porque nascem de gente da Igreja (!?!) ... Será que o que motiva tais comentários, é o amor à Igreja ou o amor àquilo que eu quero que a Igreja seja? O amor à Igreja de Jesus Cristo e que Ele depositou nas mãos de Pedro e sobre a qual o mal não prevalecerá, ou ... e o que não vem de encontro à minha vontade é cantiga?
Sempre gostei e cada vez mais gosto de Santa Teresa de Ávila e com ela quero muito no momento da "minha" páscoa poder dizer: "Enfim, filho da Igreja. Morro filho da Igreja" que amo profundamente.
A dúvida que teima em perseguir-me prende-se com comentário...s (muito poucos - graças a Deus) de pretenso amor à verdade, à Igreja e ao seu futuro... citam-se documentos e mais documentos, visões e revelações apocalipticas, tecem-se comentários deselegantes - para não dizer completamente falhos de caridade evangélica, sobre discípulos apaixonados de Jesus que deram a vida pela Igreja..., contudo não encontro citações evangélicas, como por exemplo: "antes de mais a mútua e contínua caridade" ou o mandamento Novo do Amor... Com isto, não quero, não posso, nem devo julgar ninguém, pois a trave que tenho no meu olho é maior do quer qualquer argueiro no olho do meu irmão.
A dúvida que teima em perseguir-me... bem como a profunda tristeza prende-se com os comentários que antes referi, sobretudo porque nascem de gente da Igreja (!?!) ... Será que o que motiva tais comentários, é o amor à Igreja ou o amor àquilo que eu quero que a Igreja seja? O amor à Igreja de Jesus Cristo e que Ele depositou nas mãos de Pedro e sobre a qual o mal não prevalecerá, ou ... e o que não vem de encontro à minha vontade é cantiga?
Sempre gostei e cada vez mais gosto de Santa Teresa de Ávila e com ela quero muito no momento da "minha" páscoa poder dizer: "Enfim, filho da Igreja. Morro filho da Igreja" que amo profundamente.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Declaração de Renúncia do Papa Bento XVI,
ao ministério petrino
DECLARATIO
Caríssimos Irmãos,
convoquei-vos para este Consistório não só por causa das três canonizações, mas também para vos comunicar uma decisão de grande importância para a vida da Igreja. Depois de ter examinado repetidamente a minha consciência diante de Deus, cheguei à certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, já não são idóneas para exercer adequadamente o ministério petrino. Estou bem consciente de que este ministério, pela sua essência espiritual, deve ser cumprido não só com as obras e com as palavras, mas também e igualmente sofrendo e rezando. Todavia, no mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande relevância para a vida da fé, para governar a barca de São Pedro e anunciar o Evangelho, é necessário também o vigor quer do corpo quer do espírito; vigor este, que, nos últimos meses, foi diminuindo de tal modo em mim que tenho de reconhecer a minha incapacidade para administrar bem o ministério que me foi confiado. Por isso, bem consciente da gravidade deste acto, com plena liberdade, declaro que renuncio ao ministério de Bispo de Roma, Sucessor de São Pedro, que me foi confiado pela mão dos Cardeais em 19 de Abril de 2005, pelo que, a partir de 28 de Fevereiro de 2013, às 20,00 horas, a sede de Roma, a sede de São Pedro, ficará vacante e deverá ser convocado, por aqueles a quem tal compete, o Conclave para a eleição do novo Sumo Pontífice.
Caríssimos Irmãos, verdadeiramente de coração vos agradeço por todo o amor e a fadiga com que carregastes comigo o peso do meu ministério, e peço perdão por todos os meus defeitos. Agora confiemos a Santa Igreja à solicitude do seu Pastor Supremo, Nosso Senhor Jesus Cristo, e peçamos a Maria, sua Mãe Santíssima, que assista, com a sua bondade materna, os Padres Cardeais na eleição do novo Sumo Pontífice. Pelo que me diz respeito, nomeadamente no futuro, quero servir de todo o coração, com uma vida consagrada à oração, a Santa Igreja de Deus.
Vaticano, 10 de Fevereiro de 2013.
BENEDICTUS PP XVI
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Cristianismo não é coisa fácil que se consiga a dormir. Ser cristão é empenhar-se profundamente, até às últimas consequências, na construção do Reino de Deus. É fazê-lo crescer em toda a parte, a toda a hora, em casa, na escola, no emprego, no convívio, em toda a parte onde estivermos e pudermos chegar. Como o Filho de Deus o fez, encarnado em Jesus Cristo, vivendo connosco o nosso drama. Ele não nos libertou comodamente. Da mesma maneira, o havemos de fazer aos nossos irmãos.
D. Manuel Clemente, bispo do Porto
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Deus Eterno e Omnipotente,
Pai,
Filho e Espírito Santo,
que
nos criastes à Vossa Imagem e semelhança e
de
quem somos morada de eleição.
De
Quem nascemos e para Quem caminhamos,
que
nos amais com amor sem medida
e
de Quem recebemos o «tesouro», a «pérola preciosa» da Fé.
Nós
acreditamos em Vós, mas aumentai, em nós, o dom da Fé.
As
nossas limitações impedem-nos de Vos conhecer e amar plenamente,
concedei-nos
um coração humilde e sincero que de Vós
se aproxime.
Nós
acreditamos em Vós, mas aumentai, em nós, o dom da Fé,
pois
queremos conhecer-Vos e amar-Vos cada vez mais.
Nós
acreditamos em Vós, mas aumentai, em nós, o dom da Fé,
pois
queremos reconhecer, com um olhar sempre novo,
as
maravilhas que realizais por nós.
Nós
acreditamos em Vós, mas aumentai, em nós, o dom da Fé
e tornai-nos sinal vivo da
Vossa presença no mundo.
Nós acreditamos em Vós, mas
aumentai, em nós, o dom da Fé
e concedei-nos que
acreditemos em Vós,
mesmo correndo o risco da
perseguição, da dor e até da morte.
Nós
acreditamos em Vós, mas aumentai, em nós, o dom da Fé
e concedei-nos a beleza e a
alegria de sermos cristãos.
Nós
acreditamos em Vós, mas aumentai, em nós, o dom da Fé,
para
reconhecer na Eucaristia a fonte da nova evangelização
e
ser Vossas testemunhas autênticas.
Acreditamos
em Vós, Deus Pai Criador.
Acreditamos
em Vós, Deus Filho Salvador, nascido da Virgem,
morto
e ressuscitado por nosso amor.
Acreditamos
em Vós, Deus Espírito Santo, Senhor que dá a Vida.
Acreditamos
na Vossa Igreja que é Católica,
no Perdão dos Pecados, na comunhão
dos Santos,
na Ressurreição da Carne e na
Vida Eterna.
Senhor,
Deus Eterno e Omnipotente,
Pai,
Filho e Espírito Santo,
nós
acreditamos em Vós, mas aumentai, em nós, o dom da Fé.
P.
Marcelino José Moreno Caldeira
(Borba, 9 e 11.10.2012)
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