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sábado, 14 de setembro de 2019


Na Sua Cruz,
as nossas cruzes...
Na Sua Dor,
as nossas dores...
No Seu grito:
"Meu Deus, Meu Deus, porquê me abandonaste?",
os nossos abandonos...
Na Sua morte,
a nossa morte para o pecado...
Na Sua Ressurreição,
a "nossa" vida,
Vida Nova em abundância.
Vila de Cano, 10 de Abril de 2009

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Divinas mãos e pés, peito rasgado,
chagas em brandas carnes imptimidas,
meu Deus, que por salvar almas perdidas,
por elas quereis ser crucificado.
Outra fé, outro amor, outro cuidado,
outras dores às vossas são devidas,
outros corações limpos, outras vidas,
outro querer no vosso transformado.
Em Vós se encerrou toda a piedade,
ficou no mundo só toda a crueza;
por isso cada um deu do que tinha.
Claros sinais de amor, ah saudade!
Minha consolação, minha firmeza,
chagas de meu Senhor, redenção minha!

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

"Cristo não mostra apenas a dignidade da dor,
Ele lança a vocação à dor...
convida a dor a sair da sua desesperada inutilidade
e a tornar-se, unida à Sua, fonte positiva de bem.”
Paulo VI, Via-Sacra de 27 de Março de 1964

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Celebramos a festa da santa cruz, que dissipou as trevas e nos restituiu a luz. Celebramos a festa da santa cruz, e juntamente com o Crucificado somos elevados para o alto, para que, deixando a terra do pecado, alcancemos os bens celestes. Tão grande é o valor da cruz, que quem a possui, possui um tesouro. Nela está a plenitude da nossa salvação e por ela regressamos à dignidade original.
Com efeito, sem a cruz, Cristo não teria sido crucificado. Sem a cruz, a Vida não teria sido cravada no madeiro. E se a Vida não tivesse sido crucificada, não teriam brotado do seu lado aquelas fontes de imortalidade, o sangue e a água, que purificam o mundo; não teria sido rasgada a sentença de condenação escrita pelo nosso pecado, não teríamos alcançado a liberdade, não poderíamos saborear o fruto da árvore da vida, não estaria aberto para nós o Paraíso. Sem a cruz, não teria sido vencida a morte, nem espoliado o inferno.
Verdadeiramente grande e preciosa realidade é a santa cruz!
Dos Sermões de Santo André de Creta, bispo
(Sermão 10, na Exaltação da Santa Cruz: Sec. VIII)

sexta-feira, 22 de abril de 2011

"Disse-lhes, então: «A minha alma está numa tristeza de morte; ficai aqui e vigiai comigo.»Voltando para junto dos discípulos, encontrou-os a dormir e disse a Pedro: «Nem sequer pudeste vigiar uma hora comigo! Vigiai e orai, para não cairdes em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é débil.» Afastou-se, pela segunda vez, e foi orar, dizendo: «Meu Pai, se este cálice não pode passar sem que Eu o beba, faça-se a tua vontade!» Depois voltou e encontrou-os novamente a dormir, pois os seus olhos estavam pesados. (Mt 26, 38.40-43)
"Meu Deus, meu Deus, porque me abandonaste?" (Mt 27, 46)

… de Jesus Abandonado.
É clara a minha missão, a minha vocação,
o desígnio de Deus sobre mim…
amar profundamente Jesus,
viver na mais íntima comunhão com o Transfigurado
...e não permitir que o grito do Abandonado:
“Meu Deus, meu Deus, porquê me abandonaste?”,
volte a ecoar sobre a face da terra,
não permitir que no Getsémani
Jesus se volte a sentir sozinho na sua tristeza de morte
e a dizer: "«Nem sequer pudeste vigiar uma hora comigo!"
Que em circunstância alguma,
o Verbo de Deus, feito Homem das Dores,
se volte a sentir Abandonado e só…
A minha missão, a minha vocação,
o desígnio de Deus sobre mim…
amá-LO, adorá-LO, contemplá-LO, conformar-me a Ele,
ser seu companheiro e vigiar com Ele...
Mesmo que todos Vos abandonem, Jesus,
concedei-me a graça de Vos ser fiel
e jamais Vos deixar só…
A minha missão, a minha vocação,
o Vosso desígnio de amor sobre mim…
Amar-Vos, ser Vossa companhia,
viver no Vosso Coração
e d’Ele ser bálsamo
que, com amor, suaviza e cura a ferida
da Vossa Solidão ... do Vosso Abandono!
P. Marcelino Caldeira
(Fátima, 20/8/2009 e Borba, 22/4/2011)

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

… de Jesus Abandonado.
É clara a minha missão, a minha vocação,
o desígnio de Deus sobre mim…
amar profundamente Jesus,
viver na mais íntima comunhão com o Transfigurado
e não permitir que o grito do Abandonado:
“Meu Deus, meu Deus, porquê me abandonaste?”,
volte a ecoar sobre a face da terra.
Que em circunstância alguma,
o Verbo de Deus, feito Homem das Dores,
se volte a sentir Abandonado…
A minha missão, a minha vocação,
o desígnio de Deus sobre mim…
amá-LO,
adorá-LO,
contemplá-LO,
conformar-me a Ele
e não permitir que se sinta só…
Mesmo que todos Vos abandonem, Jesus,
concedei-me a graça de Vos ser fiel
e jamais Vos deixar só…
A minha missão, a minha vocação,
o Vosso desígnio de amor sobre mim…
Amar-Vos,
ser Vossa companhia,
viver no Vosso Coração
e d’Ele ser bálsamo
que, com amor,
suaviza e cura
a ferida do Vosso Abandono!
P. Marcelino Caldeira
Fátima, 20/8/2009

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Na Sua Cruz,
as nossas cruzes...
Na Sua Dor,
as nossas dores...
No Seu grito: "Meu Deus, Meu Deus, porquê me abandonaste?",
os nossos abandonos...
Na Sua morte,
a nossa morte para o pecado...
Na Sua Ressurreição,
a nossa vida, Vida Nova em abundância.
JESUS CRUCIFICADO
Ali está tudo.
É o Livro dos livros.
É o Compêndio de todo o saber.
É o Amor mais ardente.
É o Modelo perfeito.
Proponhamo-no-lO como Único ideal da vida.
Foi Ele quem arrastou São Paulo a uma tal santidade...
Que a nossa alma, necessitada de amor,
O coloque diante de si sempre,
em cada momento presente.
Não seja sentimentalismo o nosso amor.
Não seja compaixão exterior.
Seja conformidade a Ele.
Chiara Lubich
in "O grito", Cidade Nova, Parede, 2000, pgs.37.38