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sexta-feira, 13 de setembro de 2019

(7) “Rezai o Terço todos os dias”
Resumo da história e mensagem
das aparições de Nª Srª em Fátima
1917.09.13
Nossa Senhora aparece aos três Pastorinhos pela 5ª vez.
No mês de Setembro Nossa Senhora disse aos Pastorinhos: «Continuem a rezar o Terço, para alcançar o fim da guerra. Em Outubro virá também São José com o Menino Jesus para abençoarem o mundo.
Deus está contente com os vossos sacrifícios, mas não quer que durmais com a corda; trazei-a só durante o dia… Em Outubro farei o milagre, para que todos acreditem».

terça-feira, 13 de agosto de 2019


(6) “Rezai o Terço todos os dias”
Resumo da história e mensagem
das aparições de Nª Srª em Fátima
1917.08.13
Os Pastorinhos são retidos em Ourém
e Nª Senhora aparece pela 4ª vez, a 19 de Agosto.
No dia em que devia ocorrer a aparição, 13 de Agosto, as três crianças foram detidas em Ourém pelo Administrador do Concelho e lá foram submetidas a várias ameaças para que revelassem o segredo confiado pela Senhora, mas as três crianças mantiveram-se fiéis. Depois de três dias foram postas em liberdade. No dia 19 de Agosto, Nossa Senhora apareceu-lhes nos Valinhos e, mostrando-se com um aspeto mais triste, disse-lhes: «Rezai, rezai muito e fazei sacrifícios pelos pecadores, que vão muitas almas para o inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas».

sábado, 13 de julho de 2019


(5) “Rezai o Terço todos os dias”
Resumo da história e mensagem 
das aparições de Nª Srª em Fátima
1917.07.13
Nossa Senhora aparece aos três Pastorinhos pela 3ª vez.
Em Julho, a Senhora revelou às três crianças aquilo que ficou conhecido como o Segredo de Fátima, que consta de três partes: a primeira é a visão do inferno, a segunda é a devoção ao Imaculado Coração de Maria e a terceira é uma grande visão em que se mostram acontecimentos do futuro relacionados com o mundo e com a Igreja. Esta terceira parte foi relevada no ano 2000 por vontade de São João Paulo II, após a beatificação de Francisco e Jacinta, em Fátima. 

quinta-feira, 4 de abril de 2019



1º Centenário da morte de São Francisco Marto
4.Abril.1919 – 4.Abril.2019

Francisco deixa-se habitar pela presença indizível de Deus – «Eu sentia que Deus estava em mim, mas não sabia como era!» – e é a partir dessa presença que ele acolhe os outros na sua oração. A sua vida de fé é uma vida de contemplação de Cristo «escondido»”.
Nota Pastoral da Conferência Episcopal Portuguesa por ocasião da canonização de Francisco e Jacinta Marto, «Com Francisco e Jacinta Marto, chamados a sermos santos na caridade», 3

Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão para os que não crêem, não adoram, não esperam e não Vos amam.

São Francisco Marto, rogai por nós.

quarta-feira, 3 de abril de 2019


A caminho do 1º Centenário 
da morte de São Francisco Marto

“A vontade de estar para sempre com o Senhor levava o Francisco a procurar frequentemente a oração pessoal, feita de joelhos, muitas vezes por detrás de um muro ou de uma cerca…. A alma orante dos Pastorinhos deixa-se fascinar particularmente pelo Cristo eucarístico, a quem Francisco chamava “Jesus escondido”. A sua ânsia por contemplá-lo, entrar em comunhão com Ele e imitar o seu estilo de “autoescondimento” marca definitivamente a sua vida”.
Nota Pastoral da Conferência Episcopal Portuguesa por ocasião da canonização de Francisco e Jacinta Marto, «Com Francisco e Jacinta Marto, chamados a sermos santos na caridade», 4.5

Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão para os que não crêem, não adoram, não esperam e não Vos amam.

São Francisco Marto, rogai por nós.

terça-feira, 2 de abril de 2019


A caminho do 1º Centenário da morte 
de São Francisco Marto

O Francisco:
“Sempre que podia, refugiava-se num lugar isolado para rezar sozinho, passando longas horas no silêncio da igreja paroquial, junto ao sacrário, para fazer companhia a «Jesus escondido». Na sua intimidade, Francisco entrevê um Deus entristecido face aos sofrimentos do mundo, sofre com Ele e deseja consolá-lo. Salienta assim que a vida de oração se alimenta pela escuta atenta do silêncio em que Deus fala”.
Nota Pastoral da Conferência Episcopal Portuguesa por ocasião da canonização de Francisco e Jacinta Marto, «Com Francisco e Jacinta Marto, chamados a sermos santos na caridade», 3

Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão para os que não crêem, não adoram, não esperam e não Vos amam.

São Francisco Marto, rogai por nós.

segunda-feira, 1 de abril de 2019


A caminho do 1º Centenário
da morte de São Francisco Marto

Francisco dizia: 
“Do que gostei mais foi de ver a Nosso Senhor, naquela luz que Nossa Senhora nos meteu no peito. Gosto tanto de Deus!”
Memórias da Irmã Lúcia, I, 40 e 127

Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão para os que não crêem, não adoram, não esperam e não Vos amam.

São Francisco Marto, rogai por nós.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Centenário do nascimento
do Beato Francisco Marto

«O Francisco era de poucas palavras; e para fazer a sua oração e oferecer os seus sacrifícios, gostava de se ocultar até da Jacinta e de mim.
Não poucas vezes o íamos surpreender, de trás duma parede ou dum silvado, para onde, dissimuladamente, se tinha escapado, de joelhos, a rezar ou a pensar como ele dizia, em Nosso Senhor triste por causa de tantos pecados.

Se lhe perguntava: - Francisco, por que não me dizes para rezar contigo e mais a Jacinta?

- Gosto mais – respondia – de rezar sozinho, para pensar e consolar a Nosso Senhor que está tão triste.
Um dia, perguntei-lhe: - Francisco, tu, de que gostas mais: de consolar a Nosso Senhor ou converter os pecadores, para que não fossem mais almas para o inferno?
- Gostava mais de consolar a Nosso Senhor. Não reparaste como Nossa Senhora, ainda no último mês, se pôs tão triste, quando disse que não ofendessem a Deus Nosso Senhor que já está muito ofendido? Eu queria consolar a Nosso Senhor e depois converter os pecadores, para que não O ofendessem mais.»

Memórias da Irmã Lúcia