O milagre eucarístico de Santarém - Portugal
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quarta-feira, 3 de julho de 2019
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Come il pellicano - GEN VERDE
No deserto do exílio e entre espinhos,
quando o mal pesa e o mundo parece negro,
permanece ali para a todos dizer:
Que o Céu não está longe nem fechado.
Que para todos o Infinito tem uma carícia,
que nos estreita ao coração e enxuga o nosso pranto.
Permanece ali para a todos dizer:
que nenhum jamais será esquecido.
Abre como o pelicano,
as tuas asas ao Infinito,
como na Cruz no abraço,
que se alarga sobre a criação.
Deixa como o pelicano,
que o teu coração seja esquartejado,
na Sua a tua ferida,
seja nascente de Vida. Deixa que nos venha o sangue do perdão,
a Água Viva e o Eterno feito Pão,
o Óleo sobre as feridas,
fogo e sal de palavras jamais escutadas.
E depois deixa que te vejam de joelhos,
a lavar pés cheios de chagas.
Permanece ali para a todos dizer,
este Amor Imenso que se pode tocar.
Texto: Paola Stradi
Música: M. Thérèse Henderson e Nancy Uelmen
quando o mal pesa e o mundo parece negro,
permanece ali para a todos dizer:
Que o Céu não está longe nem fechado.
Que para todos o Infinito tem uma carícia,
que nos estreita ao coração e enxuga o nosso pranto.
Permanece ali para a todos dizer:
que nenhum jamais será esquecido.
Abre como o pelicano,
as tuas asas ao Infinito,
como na Cruz no abraço,
que se alarga sobre a criação.
Deixa como o pelicano,
que o teu coração seja esquartejado,
na Sua a tua ferida,
seja nascente de Vida. Deixa que nos venha o sangue do perdão,
a Água Viva e o Eterno feito Pão,
o Óleo sobre as feridas,
fogo e sal de palavras jamais escutadas.
E depois deixa que te vejam de joelhos,
a lavar pés cheios de chagas.
Permanece ali para a todos dizer,
este Amor Imenso que se pode tocar.
Texto: Paola Stradi
Música: M. Thérèse Henderson e Nancy Uelmen
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
sábado, 29 de dezembro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
1. Testemunha de Esperança, para quem espera a salvação,
peregrino por amor, pelos caminhos do mundo.
peregrino por amor, pelos caminhos do mundo.
2. Verdadeiro Pai dos jovens, enviaste pelo mundo,
sentinela da manhã, sinal vivo de esperança.
3. Testemunha da Fé, que anunciaste com a vida,
firme e forte na prova, confirmaste os teus irmãos.
4. Ensinastes para cada homem a beleza da vida
indicando a família como um sinal de amor.
...
quinta-feira, 14 de julho de 2011

Gostei mesmo muito... texto, melodia e video clip. Gostei mesmo.
Anjo Guardião
Canal da Graça
Composição: Alex Olliveira
Deus confiou a mim tuas lágrimas
Me deu a missão de estar contigo aonde for
Te socorrer quando andares mal
Ser teu conforto quando sentires dor
Sou mais que um amigo, sou teu anjo guardião
Aquele que te leva ao céu, te carrego pela mão
E sempre serei os teus olhos quando a dor te cegar
Te levo em meu colo se o teu passo falhar
Serei um elo entre o céu e você
Pra sempre serei tua luz se a escuridão te assustar
O abraço e o ombro pro teu pranto rolar
Serei um elo entre o céu e você
Sou teu anjo guardião
Deus confiou a mim teus segredos
Tudo do teu coração pra que eu possa te ajudar
Ser teu abrigo quando a chuva vir
Ser teu apoio pra não te deixar cair
Sou mais que um amigo, sou teu anjo guardião
Aquele que te leva ao céu,
te carrego pela mão
Vou te abraçar com minhas asas
Levarei teu coração ao coração de Deus
sábado, 14 de maio de 2011
Afirmo-o sem ilusões poéticas e plenamente consciente, ser padre é ser feliz... é que "eu sei a fonte que mana e corre embora seja noite..." (cf. São João da Cruz), "sei em quem pus a minha confiança" (2Tm 1, 12) até porque "se Deus é por nós, quem será contra nós?" (Rm 9, 31).
De verdade e do fundo do coração, ser feliz... é o que posso e tenho que partilhar...
De verdade e do fundo do coração, ser feliz... é o que posso e tenho que partilhar...
domingo, 1 de maio de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
sábado, 29 de janeiro de 2011
Paulo, sacerdote, sabia que ia morrer jovem e desejava fazê-lo na montanha. Entregou a sua vida a Deus... e Deus aceitou a oferta. Agora dizem que está vivo. O ÚLTIMO CUME (La última Cima), é um emocionante documental sobre o sacerdote madrilenho Paulo Dominguez, falecido em 2009 num acidente de montanha em Moncayo. Paulo, deixou muitíssima gente que o apreciava e admirava. No seu funeral participaram mais de três mil pessoas e uma vintena de bispos. Com testemunhos de pessoas sinceras que falam de Paulo, o espectador encanta-se com um sacerdote que por fim morre. O documentário começa com humor e provocação e vai-se elevando no seu estilo e conteúdo à medida que a morte se aproxima.
Mais de 120.000 pessoas já viram este Documentário que está em 1º lugar em arrecadação de lucros no cinema espanhol.
Mais de 120.000 pessoas já viram este Documentário que está em 1º lugar em arrecadação de lucros no cinema espanhol.
Eu já comprei o DVD do Documentário e vi várias vezes, simplesmente fantástico.
Deus seja louvado.
Deus seja louvado.
Não deixem de ver o programa «Últimas perguntas» sobre o documentário.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Chega aos cinemas portugueses, neste dia 11 de Novembro,
o filme reconhecido com o Grande Prémio do Festival de Cannes
Em 1996, sete monges da Ordem Cisterciense da Estrita Observância são raptados e assassinados em Tibhirine, aldeia aninhada na região argelina do Magrebe. É o culminar da escalada de violência que opõe o Grupo Islâmico Armado (GIA), extremista, ao governo que acusa de corrupto.o filme reconhecido com o Grande Prémio do Festival de Cannes
O impacto deste horrível desaparecimento, cujos contornos exactos estão ainda por esclarecer, estende-se até aos nossos dias, levado agora ao cinema sob direcção do realizador francês Xavier Beauvois.
A obra, reconhecida com o Grande Prémio do Festival de Cannes e merecedora da forte e comovida chuva de aplausos que encheram o Palais des Festivals na noite do passado 23 de Maio, é uma extraordinária ode à fé, ao amor ao próximo e ao espírito de serviço que cumpre, em estilo e estrutura narrativa, o despojamento do seu sujeito.
Com efeito, é-nos dado comungar a forma abnegada como uma comunidade de homens lida com uma realidade adversa para a qual não contribui senão com a sua vocação de amor e dádiva. Uma vocação reafirmada ao arrepio das pressões externas para abandonarem a aldeia que servem à sua sorte.
Sem ceder a tentações sensacionalistas, Beauvois desvenda aos nossos olhos o dia-a-dia daquele pequeno mosteiro de Tibhirine, dos seus sete habitantes e da pacata população da aldeia local, induzindo progressivamente o adensar do contexto violento que involuntariamente envolve uns e outros.
Simples e acessível, a linguagem fílmica pretere o horror dos acontecimentos, trágicos, e da crescente violência, ao espírito com que aquela irmandade os enfrenta. Um espírito sustentado na sua extraordinária força e revitalizado na dúvida e fraqueza pela oração, pelo permanente desejo de união e comunhão, pelo tempo e oportunidade concedidos ao discernimento.
Mais que um nefasto episódio da história política ou religiosa, estamos perante uma obra que nos propõe um caminho, pela busca do verdadeiro sentido da vida: o que os sete monges sacrificados, na sua fé cristã, encontraram, e que Xavier Beauvois tão bem percorre, alumiando-o para crentes e não crentes.
Margarida Ataíde
(Fonte: Agência Ecclesia)
(Fonte: Agência Ecclesia)
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
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