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terça-feira, 19 de novembro de 2013




“A fé não é luz que dissipa todas as nossas trevas,

mas lâmpada que guia os nossos passos na noite,

e isto basta para o caminho.”
Papa Francisco, Carta Encíclica «Lumen Fidei», 57.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Hino Oficial do Ano da Fé



Deus Eterno e Omnipotente,
Pai, Filho e Espírito Santo,
que nos criastes à Vossa Imagem e semelhança e
de quem somos morada de eleição.
De Quem nascemos e para Quem caminhamos,
que nos amais com amor sem medida
e de Quem recebemos o «tesouro», a «pérola preciosa» da Fé.
Nós acreditamos em Vós, mas aumentai, em nós, o dom da Fé.
As nossas limitações impedem-nos de Vos conhecer e amar plenamente,
concedei-nos um coração humilde e sincero  que de Vós se aproxime.
Nós acreditamos em Vós, mas aumentai, em nós, o dom da Fé,
pois queremos conhecer-Vos e amar-Vos cada vez mais.
Nós acreditamos em Vós, mas aumentai, em nós, o dom da Fé,
pois queremos reconhecer, com um olhar sempre novo,
as maravilhas que realizais por nós.
Nós acreditamos em Vós, mas aumentai, em nós, o dom da Fé
e tornai-nos sinal vivo da Vossa presença no mundo.
Nós acreditamos em Vós, mas aumentai, em nós, o dom da Fé
e concedei-nos que acreditemos em Vós,
mesmo correndo o risco da perseguição, da dor e até da morte.
Nós acreditamos em Vós, mas aumentai, em nós, o dom da Fé
e concedei-nos a beleza e a alegria de sermos cristãos.
Nós acreditamos em Vós, mas aumentai, em nós, o dom da Fé,
para reconhecer na Eucaristia a fonte da nova evangelização
e ser Vossas testemunhas autênticas.
Acreditamos em Vós, Deus Pai Criador.
Acreditamos em Vós, Deus Filho Salvador, nascido da Virgem,
morto e ressuscitado por nosso amor.
Acreditamos em Vós, Deus Espírito Santo, Senhor que dá a Vida.
Acreditamos na Vossa Igreja que é Católica,
no Perdão dos Pecados, na comunhão dos Santos,
na Ressurreição da Carne e na Vida Eterna.
Senhor, Deus Eterno e Omnipotente,
Pai, Filho e Espírito Santo,
nós acreditamos em Vós, mas aumentai, em nós, o dom da Fé.
P. Marcelino José Moreno Caldeira
(Borba, 9 e 11.10.2012)

segunda-feira, 8 de outubro de 2012


O cristão não deve ser morno, este é o mais grave perigo para o cristianismo de hoje.
A fé, implica um risco de morte
e capacidade de sofrer por aquilo em que se acredita.
Isto garante a credibilidade:
a confissão implica a disponibilidade de dar a minha vida, de aceitar o sofrimento”.
A confissão da Fé “é o primeiro alicerce da evangelização”.
Bento XVI, Discurso inaugural da Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização, 8.Outubro.2012

segunda-feira, 28 de maio de 2012

 “A renovação da Igreja realiza-se também através do testemunho prestado pela vida dos crentes: de facto, os cristãos são chamados a fazer brilhar, com a sua própria vida no mundo, a Palavra de verdade que o Senhor Jesus nos deixou. 
«Caritas Christi urget nos – o amor de Cristo nos impele» (2 Cor 5, 14): é o amor de Cristo que enche os nossos corações e nos impele a evangelizar. Hoje, como outrora, Ele envia-nos pelas estradas do mundo para proclamar o seu Evangelho a todos os povos da terra (cf. Mt 28, 19). Com o seu amor, Jesus Cristo atrai a Si os homens de cada geração: em todo o tempo, Ele convoca a Igreja confiando-lhe o anúncio do Evangelho, com um mandato que é sempre novo. Por isso, também hoje é necessário um empenho eclesial mais convicto a favor duma nova evangelização, para descobrir de novo a alegria de crer e reencontrar o entusiasmo de comunicar a fé. Na descoberta diária do seu amor, ganha força e vigor o compromisso missionário dos crentes, que jamais pode faltar. Com efeito, a fé cresce quando é vivida como experiência de um amor recebido e é comunicada como experiência de graça e de alegria. A fé torna-nos fecundos, porque alarga o coração com a esperança e permite oferecer um testemunho que é capaz de gerar: de facto, abre o coração e a mente dos ouvintes para acolherem o convite do Senhor a aderir à sua Palavra a fim de se tornarem seus discípulos.“
Bento XVI, «Porta Fidei», 6-7

 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

A renovação da Igreja realiza-se também através do testemunho prestado pela vida dos crentes: de facto, os cristãos são chamados a fazer brilhar, com a sua própria vida no mundo, a Palavra de verdade que o Senhor Jesus nos deixou. O próprio Concílio, na Constituição dogmática Lumen gentium, afirma: «Enquanto Cristo “santo, inocente, imaculado” (Heb 7, 26), não conheceu o pecado (cf. 2 Cor 5, 21), mas veio apenas expiar os pecados do povo (cf. Heb 2, 17), a Igreja, contendo pecadores no seu próprio seio, simultaneamente santa e sempre necessitada de purificação, exercita continuamente a penitência e a renovação. A Igreja “prossegue a sua peregrinação no meio das perseguições do mundo e das consolações de Deus”, anunciando a cruz e a morte do Senhor até que Ele venha (cf. 1 Cor 11, 26). Mas é robustecida pela força do Senhor ressuscitado, de modo a vencer, pela paciência e pela caridade, as suas aflições e dificuldades tanto internas como externas, e a revelar, velada mas fielmente, o seu mistério, até que por fim se manifeste em plena luz».
Bento XVI, Carta Apostólica «A Porta da Fé», 6.