Mostrar mensagens com a etiqueta Igreja. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Igreja. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Como Stª Teresa de Ávila quero poder dizer, na hora da morte: “Morro como filho da Igreja”
O amor de Santa Teresa à Igreja sempre me encantou de uma forma que nem eu mesmo sei como explicar: “Vede que estes não são tempos de se acreditar em todos [...]. Procurai ter a consciência limpa e ser humildes, menosprezando todas as coisas do mundo e crendo firmemente no ensinamento da Santa Madre Igreja, e estareis seguras de seguir um bom caminho” ("Caminho de perfeição". Op. cit., p. 365).
A Igreja Católica, “em cuja fé vivo, afirmo viver e prometo viver e morrer” ("Castelo interior", p. 588) e acrescento e SÓ a ela afirmo e prometo servir, os seus direitos defender e a sua mensagem que, é a de Cristo, partilhar com quem a quiser receber.
Estou nestas comunidades cristãs em nome da Igreja e para servir SÓ a Igreja, colaborando com todos, mas em nome da Igreja e para servir SÓ a Igreja, os seus direitos e interesses.
Por vocação e maneira de ser, o serviço à Igreja está acima de tudo, até mesmo daquilo que, depois de Deus, é mais sagrado para mim, a minha família e a própria vida.
Pedirem-me outra coisa, será desconhecimento da missão que pelas mãos da Igreja me confiou o Bom Deus, desconhecimento de quem eu sou, bem como desrespeito e insulto, à Igreja, a Barca segura que me conduz a Deus.
Ao morrer, espero poder dizer do findo do coração e da vida “Morro como filho da Igreja minha queridíssima Mãe!”

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013


Filho da Igreja... que amo profundamente
É no mínimo estranho e surreal, que alguém, e refiro-me ao Santo Padre o Papa Bento XVI, passe com uma rapidez tão alucinante como desconcertante, de "Santo" a "persona non grata".
A dúvida que teima em perseguir-me prende-se com comentário...
s (muito poucos - graças a Deus) de pretenso amor à verdade, à Igreja e ao seu futuro... citam-se documentos e mais documentos, visões e revelações apocalipticas, tecem-se comentários deselegantes - para não dizer completamente falhos de caridade evangélica, sobre discípulos apaixonados de Jesus que deram a vida pela Igreja..., contudo não encontro citações evangélicas, como por exemplo: "antes de mais a mútua e contínua caridade" ou o mandamento Novo do Amor... Com isto, não quero, não posso, nem devo julgar ninguém, pois a trave que tenho no meu olho é maior do quer qualquer argueiro no olho do meu irmão.
A dúvida que teima em perseguir-me... bem como a profunda tristeza prende-se com os comentários que antes referi, sobretudo porque nascem de gente da Igreja (!?!) ... Será que o que motiva tais comentários, é o amor à Igreja ou o amor àquilo que eu quero que a Igreja seja? O amor à Igreja de Jesus Cristo e que Ele depositou nas mãos de Pedro e sobre a qual o mal não prevalecerá, ou ... e o que não vem de encontro à minha vontade é cantiga?
Sempre gostei e cada vez mais gosto de Santa Teresa de Ávila e com ela quero muito no momento da "minha" páscoa poder dizer: "Enfim, filho da Igreja. Morro filho da Igreja" que amo profundamente.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Excertos
SANTA MISSA PARA A XXVI JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE

HOMILIA DO PAPA BENTO XVI
Queridos jovens,
…, o meu coração enche-se de alegria, pensando no afecto especial com que Jesus vos olha. Sim, o Senhor vos quer bem e vos chama seus amigos (cf. Jo 15, 15). Ele vem ter convosco e deseja acompanhar-vos no vosso caminho, para vos abrir as portas duma vida plena e tornar-vos participantes da sua relação íntima com o Pai. ... Na actualidade, são certamente muitos os que se sentem atraídos pela figura de Cristo e desejam conhecê-Lo melhor. Pressentem que Ele é a resposta a muitas das suas inquietações pessoais. Mas quem é Ele realmente? Como é possível que alguém que viveu na terra há tantos anos tenha algo a ver comigo hoje?
... A fé vai mais longe que os simples dados empíricos ou históricos, e é capaz de apreender o mistério da pessoa de Cristo na sua profundidade.
A fé, porém, não é fruto do esforço do homem, da sua razão, mas é um dom de Deus: «És feliz, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que to revelou, mas o meu Pai que está no Céu». Tem a sua origem na iniciativa de Deus, que nos desvenda a sua intimidade e nos convida a participar da sua própria vida divina. A fé não se limita a proporcionar alguma informação sobre a identidade de Cristo, mas supõe uma relação pessoal com Ele, a adesão de toda a pessoa, com a sua inteligência, vontade e sentimentos, à manifestação que Deus faz de Si mesmo. Deste modo, a pergunta de Jesus: «E vós, quem dizeis que Eu sou?», no fundo está impelindo os discípulos a tomarem uma decisão pessoal em relação a Ele. Fé e seguimento de Cristo estão intimamente relacionados.
E, dado que supõe seguir o Mestre, a fé tem que se consolidar e crescer, tornar-se mais profunda e madura, à medida que se intensifica e fortalece a relação com Jesus, a intimidade com Ele. Também Pedro e os outros apóstolos tiveram que avançar por este caminho, até que o encontro com o Senhor ressuscitado lhes abriu os olhos para uma fé plena.
Queridos jovens, Cristo hoje também se dirige a vós com a mesma pergunta que fez aos apóstolos: «E vós, quem dizeis que Eu sou?» Respondei-Lhe com generosidade e coragem, como corresponde a um coração jovem como o vosso. Dizei-Lhe: Jesus, eu sei que Tu és o Filho de Deus que deste a tua vida por mim. Quero seguir-Te fielmente e deixar-me guiar pela tua palavra. Tu conheces-me e amas-me. Eu confio em Ti e coloco nas tuas mãos a minha vida inteira. Quero que sejas a força que me sustente, a alegria que nuca me abandone.
Na sua reposta à confissão de Pedro, Jesus fala da sua Igreja... Que significa isto? Jesus constrói a Igreja sobre a rocha da fé de Pedro, que confessa a divindade de Cristo.
Sim, a Igreja não é uma simples instituição humana, como outra qualquer, mas está intimamente unida a Deus. O próprio Cristo Se refere a ela como a «sua» Igreja. Não se pode separar Cristo da Igreja, tal como não se pode separar a cabeça do corpo (cf. 1 Cor 12, 12). A Igreja não vive de si mesma, mas do Senhor. Ele está presente no meio dela e dá-lhe vida, alimento e fortaleza. Queridos jovens, permiti que, como Sucessor de Pedro, vos convide a fortalecer esta fé que nos tem sido transmitida desde os apóstolos, a colocar Cristo, Filho de Deus, no centro da vossa vida. Mas permiti também que vos recorde que seguir Jesus na fé é caminhar com Ele na comunhão da Igreja. Não se pode, sozinho, seguir Jesus. Quem cede à tentação de seguir «por conta sua» ou de viver a fé segundo a mentalidade individualista, que predomina na sociedade, corre o risco de nunca encontrar Jesus Cristo, ou de acabar seguindo uma imagem falsa d’Ele. Ter fé é apoiar-se na fé dos teus irmãos, e fazer com que a tua fé sirva também de apoio para a fé de outros. Peço-vos, queridos amigos, que ameis a Igreja, que vos gerou na fé, que vos ajudou a conhecer melhor Cristo, que vos fez descobrir a beleza do Seu amor. Para o crescimento da vossa amizade com Cristo é fundamental reconhecer a importância da vossa feliz inserção nas paróquias, comunidades e movimentos, bem como a participação na Eucaristia de cada domingo, a recepção frequente do sacramento do perdão e o cultivo da oração e a meditação da Palavra de Deus. E, desta amizade com Jesus, nascerá também o impulso que leva a dar testemunho da fé nos mais diversos ambientes, incluindo nos lugares onde prevalece a rejeição ou a indiferença. É impossível encontrar Cristo, e não O dar a conhecer aos outros. Por isso, não guardeis Cristo para vós mesmos. Comunicai aos outros a alegria da vossa fé. O mundo necessita do testemunho da vossa fé; necessita, sem dúvida, de Deus. … . Incumbe sobre vós também a tarefa extraordinária de ser discípulos e missionários de Cristo noutras terras e países onde há multidões de jovens que aspiram a coisas maiores e, vislumbrando em seus corações a possibilidade de valores mais autênticos, não se deixam seduzir pelas falsas promessas dum estilo de vida sem Deus. Queridos jovens, rezo por vós com todo o afecto do meu coração. Encomendo-vos à Virgem Maria, para que Ela sempre vos acompanhe com a sua intercessão materna e vos ensine e fidelidade à Palavra de Deus. Peço-vos também que rezeis pelo Papa, para que, como Sucessor de Pedro, possa continuar confirmando na fé os seus irmãos. Que todos na Igreja, pastores e fiéis, nos aproximemos de dia para dia sempre mais do Senhor, para crescermos em santidade de vida e darmos assim um testemunho eficaz de que Jesus Cristo é verdadeiramente o Filho de Deus, o Salvador de todos os homens e a fonte viva da sua esperança. Amen.

domingo, 31 de outubro de 2010

... a Eucaristia... o Coração do Domingo...
“…a participação na Eucaristia seja verdadeiramente, para cada baptizado, o coração do domingo: um compromisso irrenunciável, abraçado não só para obedecer a um preceito mas como necessidade para uma vida cristã verdadeiramente consciente e coerente. … . Em muitas regiões, os cristãos são - ou vão-se tornando - um «pequenino rebanho» (Lc 12,32). Isto coloca-os perante o desafio de testemunharem com mais força, muitas vezes em condições de solidão e hostilidade, os aspectos específicos que os identificam. Um deles é a obrigação de participar todos os domingos na celebração eucarística”.
João Paulo II, Carta Apostólica «Novo Millenio Ineunte», 36

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Fazer “ver” Cristo
Sabemos que muitos dos nossos contemporâneos dizem: «Cristo, sim; Igreja, não». Não vêem ligação entre Cristo e a Igreja. Não se apercebem da Sua presença nela. Mas o que é, que coisa quererá ser a Igreja, senão aquela que mostra o rosto do Senhor no meio do mundo? Pensemos no Cura de Ars, pastor humilde e simplicíssimo. Chamado dar testemunho acerca dele, um camponês disse: «Vi Deus num homem». Pensemos em Madre Teresa de Calcutá, na inumerável multidão que no seu funeral seguia o seu corpo. Cristãos, hindus e muçulmanos, todos tinham notado nela o fascínio de Jesus.
São muito preciosas estas testemunhas da presença de Cristo. E devemos agradecê-las ao Senhor.
Mas no nosso tempo, tão complexo e tão necessitado de salvação, urge que em toda a Igreja se veja Cristo, que toda ela irradie a Sua presença.
Card. François-Xavier Van Thuan

quinta-feira, 9 de julho de 2009

sábado, 13 de junho de 2009

VIDA CONTEMPLATIVA...
Qual o sentido da Vida Contemplativa na Igreja?
Todos sabemos que, como São Paulo diz, a Igreja é um Corpo e, neste Corpo cada membro tem a sua função. Nem todos podem ser olhos, como nem todos podem ser mão ou pé… mas todos, absolutamente todos, são necessários e imprescindíveis para que o Corpo possa viver saudavelmente. Há membros exteriores, visíveis e há-os também interiores e invisíveis aos nossos olhos. O Coração é um destes. Mas por não se ver quem ousaria duvidar da sua importância? Assim é também na Igreja. É esta a função e o serviço da vida contemplativa na Igreja, ser coração: “bombear” para todas as partes do Corpo da Igreja a vida e a graça de Deus, o Amor de Deus, de maneira a dar vida e fecundidade a todo o Corpo da Igreja, a todas as actividades e ministério dos sacerdotes, dos Leigos, dos agentes de pastoral, de toda a Igreja e de todo o mundo. Uns falam de Deus aos homens, nós falamos dos homens a Deus, segundo a conhecida frase de São Bruno, Fundador da Cartuxa.
É uma vida escondida e por isso muito pouco conhecida. Quando é conhecida é valorizada por muitos e às vezes também é mal compreendida, por se julgar que é um desperdício passar uma vida inteira a rezar, e a entregar a vida por todos, quando há tanto a fazer neste mundo. S. João da Cruz, um grande Doutor da Igreja dizia “É mais útil à Igreja um acto de puro amor do que todas as obras juntas”. A Vida contemplativa só se entende à luz da fé, só se compreende quando se experimenta que Jesus é o Senhor do mundo, o Senhor de todos os corações, só se compreende quando acreditamos que d’Ele vimos, n’Ele vivemos e para Ele vamos… e que a nossa verdadeira vida não é esta, terrena, mas a vida eterna, para sempre, junto d’Ele. Quando acreditamos profundamente em tudo isto, não só compreendemos a importância da vida contemplativa, como a consideramos não apenas útil, mas indispensável. Através da oração e da entrega de vida, e através dos fortes elos que ligam todos os membros da Igreja, os contemplativos pela oração, podem ir a todos os lugares mais recônditos do mundo e fecundar a acção de Sacerdotes, Consagrados, Leigos, ajudar os doentes, os pobres, os necessitados e todos os atribulados deste mundo. Temos um exemplo em Santa Teresinha: esta Carmelita nunca saiu do seu Carmelo e no entanto no dia 14 de Dezembro de 1927, o Papa Pio XI proclamou Santa Teresa do Menino Jesus padroeira principal de todos os missionários, juntamente com São Francisco Xavier. Temos que ampliar o nosso conceito de eficácia que não se resume ao que fazemos como obras exteriores, visíveis, mas incluir “a parte de Deus” (que é a maior) e que é determinante da verdadeira eficácia.
Santa Teresinha, explica magistralmente o que é a vida contemplativa. Diz ela num dos seus escritos: “…Continuei a ler, sem desanimar e esta frase reconfortou-me: “Aspirai aos dons mais elevados, e ainda, vou mostrar um caminho que ultrapassa tudo.” E o Apóstolo vai explicando como os carismas melhores nada são sem o amor… E que a caridade é esse caminho que ultrapassa tudo e que conduz a Deus com total segurança Podia, finalmente, descansar… Ao olhar o corpo místico da Igreja, eu não me tinha reconhecido em nenhum dos membros descritos por S. Paulo; ou melhor, queria reconhecer-me em todos eles…
O amor deu-me a chave da minha vocação. Compreendi que se a Igreja tinha um Corpo composto por diferentes membros, não podia faltar-lhe o mais necessário, o mais nobre de todos eles. Compreendi que a Igreja tinha um coração e que esse coração estava ardendo de Amor. Compreendi que só o Amor podia fazer actuar os membros da Igreja; que se o Amor se apagasse, os apóstolos já não anunciariam o Evangelho e os mártires se negariam a derramar o seu sangue… Compreendi que o amor encerrava em si todas as vocações, que o amor era tudo, que o amor abarcava todos os tempos e lugares… Numa palavra, que o amor é eterno…! Então transbordante de alegria exclamei: Jesus, meu amor… por fim encontrei a minha vocação! A minha vocação é o amor…! Sim, encontrei o meu lugar na Igreja, e fostes Vós que mo destes. No coração da Igreja, minha Mãe, eu serei o amor… Assim serei tudo… Assim o meu sonho será realizado…!!!”
O que diz a Vida Contemplativa à Igreja?
Diz que todos podemos ser e devemos ser contemplativos, o mesmo é dizer, ser “amigos fortes de Deus”, nas palavras da grande Santa Teresa de Jesus, acreditando na Sua Palavra, na Sua vida em nós, no Seu Amor e dando testemunho desse Amor através de gestos muito concretos com os irmãos, começando pelos que nos estão mais próximos. Ser contemplativo/a não é pois, apenas aquela pessoa que reza, mas uma totalidade que, para além da oração, exige a conversão da vida e o testemunho de amor aos irmãos. O que é característico daquele que vive a dimensão contemplativa é compreender que toda a força para ser verdadeiramente de Jesus lhe vem Tu és do próprio Jesus que vive em si. O contemplativo reconhece que nada, mas nada vem das suas próprias forças, segundo a palavra de Jesus: “Sem Mim nada podeis fazer” e ao mesmo tempo sabe que o Senhor não só lhe dá a graça de que precisa a cada instante, como o próprio Jesus permanece em si e lhe faz companhia em cada momento da sua vida, como Ele próprio disse: “…meu Pai o amará, Nós viremos a Ele e faremos n’Ele a nossa morada”.
Escreveu a Beata Isabel da Trindade, uma Carmelita: “Desde que encontrei a Deus dentro da minha alma, nunca mais me senti só” e ainda, “pensa que não estás só e que o santo Deus está contigo para te amparar, abandona-te nos seus braços, Ele é todo Amor.”
É este o apelo que a vida contemplativa faz à Igreja: descobrir que o Senhor nos habita verdadeiramente, nos ama e quer caminhar dia após dia connosco, partilhando as nossas alegrias, sofrimentos, dores, esperanças e anseios mais profundos, profundidade esta a que mais ninguém, senão Ele, pode chegar para nos confortar, acompanhar, iluminar, ajudar e animar a uma vida sempre nova. Todos podemos chegar a fazer esta experiência de Deus nas nossas vidas: uma experiência quer dizer, experimentar de facto a presença viva de Jesus vivo em nós, na nossa vida, nos acontecimentos do dia a dia. Para isto é necessário dispormo-nos. Como? Através da oração silenciosa, da leitura da Palavra de Deus, da frequência assídua aos Sacramentos da Eucaristia e Confissão, pela entrega generosa aos Irmãos, começando pela própria Família… Este é o caminho que conduz sempre mais ao encontro com Ele.
A vida contemplativa apela igualmente ao valor da oração. A oração não tem necessidade de ser atendida naquilo que pede. O maior dom que a oração obtém é o próprio facto de se rezar por si mesmo, isto é, entrar em comunhão com Deus. Este é o fruto que a oração traz sempre consigo, superior a qualquer esperança ou pedido da nossa parte. A pouco e pouco ver-nos-emos transformados, com força para actuar, para suportar as dificuldades, para sermos melhores.
O que diz a Igreja à Vida Contemplativa?
A Igreja pede à Vida contemplativa que seja testemunho da primazia de Deus na vida do homem e da mulher do nosso tempo e de todos os tempos.
É a Igreja toda que sustenta igualmente a vida contemplativa com a sua oração, a oração de todos os fiéis, pois todos os contemplativos e contemplativas precisam muito que se reze por eles, para serem fiéis na missão a que o Senhor os chamou. Quanto mais a Igreja toda rezar pelos contemplativos, mais verdadeiros e fiéis serão os contemplativos na sua vocação e mais fortes serão as suas orações e o influxo que terão sobre todo o Povo de Deus, a Igreja e o mundo.
(fonte: Comissão Episcopal Vocações e Ministérios)

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Meu Deus, como és bom por me teres feito nascer na Igreja,
nesta arca onde se está bem,
onde se está seguro,
tão bem provida de tudo,
onde reina tanta doçura, tanta santidade e tanta felicidade,
onde apenas me devo deixar levar
para poder ser sempre feliz.
Mas Tu, Ó meu Deus, ainda fazes mais:
Tu vieste procurar-me
e, através de mil pequenas astúcias,
com uma doçura infinita,
fizeste-me entrar nela...
Depois lá, entregaste-me um dos melhores lugares...
Meu Deus, como és bom! Como sou feliz!
Ó meu Deus, depois de tantas graças,
concede-me a de ser sempre agradecido e fiel.
E que no último momento possa dizer:
“Morro filho da Igreja”.
Adaptação de um texto do Beato Carlos de Foucauld