quarta-feira, 4 de dezembro de 2019


6º Dia da Novena da Imaculada Conceição
4 de Dezembro de 2019
Avé Maria puríssima, sem pecado concebida.

“Aquela que por especial privilégio foi, desde o primeiro instante da sua existência concebida e livre da culpa original, tomando-se a única bela e pura. … Numa atmosfera de amor e imitação encontraremos uma fonte de energias para dar glória a Deus e honrar dignamente Sua Mãe Santíssima e salvar as almas. Contemplar estes sublimes modelos, copiar seus exemplos, praticar suas virtudes comungar as suas incomparáveis perfeições, sua consumada santidade”.
Venerável Serva de Deus
madre Maria Isabel da Santíssima Trindade
“Lembrai-vos sempre – escritos-carisma-espiritualidade”,
Editorial Franciscana, Braga, 1995, pgs. 73 e 74.
Avé Maria …

Senhor nosso Deus, que, pela Imaculada Conceição da Virgem Maria, preparastes para o vosso Filho uma digna morada e, em atenção aos méritos futuros da morte de Cristo, a preservastes de toda a mancha, concedei-nos, por sua intercessão, a graça de chegarmos purificados junto de Vós. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

Beato Marcelino Martín Rubio e 17 companheiros
mártires Trapistas
Século XX - Espanha
Memória litúrgica a 4 de Dezembro
“Entre os mártires há um noviço de 23 anos, frei Marcelino Martín Rubio, aberto e alegre, que no momento da prisão não escondeu a sua condição de religioso.”
O Beato Marcelino Martín Rubio, nasceu a 4 de Novembro de 1913, em Espinosa de Villagonzalo, província de Palência, Espanha.
Aos 15 anos, entrou como oblato na Abadia Cistercience de Estricta Observância (Trapistas) de Viaceli, iniciando o noviciado em 1931, o qual abandonou ao fim de dois anos. Em 1935 regressou ao mosteiro como monge de coro. À época do martírio era noviço.
Preso e depois libertado, foi novamente preso e seguiu a sorte dos demais irmãos. Pelas cartas dirigidas a uma tia, monja cisterciense, pode-se observar o processo martirial dele e de todos os seus companheiros.
Aberto e de carácter muito alegre, não ocultou a sua condição de religioso no momento da sua detenção final.
A 8 de Setembro de 1936 a comunidade foi obrigada a abandonar o seu mosteiro, foram encarcerados e sofreram insultos e vexames. Alguns dias depois foram libertados. Mas, no espaço de poucas semanas, com o pretexto de fazer indagações sobre a proveniencia dos seus meios de sustento, foram novamente presos em dois grupos diferentes e assassinados no dia 3 e 4 de Dezembro. A causa de sua morte foi a de identificar-se - exclusivamente - como cristãos e religiosos. A fé foi o motivo da sua prisão e execução, com a agravante de uma procura de dinheiro por parte dos perseguidores. Os Servos de Deus sabiam muito bem o grave perigo que corriam e viveram a sua consagração até ao derramamento do sangue. Uma fé clara, uma caridade sincera e uma esperança inquebrantável concederam-lhe fortaleza para viver até às últimas consequências a sua fidelidade a Cristo e à Igreja. Jamais renegaram a sua condição de religiosos e prepararam-se conscientemente para caminhar, passando pela morte, ao encontro do seu Senhor. Depois, foram levados a bordo de uma barcaça para fora da baía de Santander e depois de lhes cozerem a boca com arames pois “iam a rezar”. Pensavam assim calá-los, a eles, que durante anos se reuniram na Igreja do Mosteiro para, sete vezes ao dia, começar a sua liturgia com as palavras: “Abri, Senhor os meus lábios e a minha boca cantará o Vosso louvor!”. Certamente que fecharam as suas bocas, mas estavam certos de que o louvor ao seu Criador e Redentor, mesmo nos momentos de dor e aparente fracasso, não cessaria. Os seus irmãos, os que viriam depois, continuariam esse louvor, abririam de novo as suas bocas acompanhando-os e confortando-os desde outro lugar com uma presença gozosa e renovada. Foram lançados ao mar com pesados pesos atados aos pés. Lançados às frias águas do Cantábrico, aquele mar que tantas vezes contemplaram desde as janelas do seu mosteiro, umas vezes sereno e azul outras cinzento e encrespado.
Frei Marcelino será feito prisioneiro alguns dias mais tarde, sofrendo a mesma sorte do resto dos monges. Tinha 23 anos de idade. O mais jovem dos mártires contava 20 anos (havia vários no grupo com menos de 25 anos) e o mais velho tinha 68. O testemunho destes mártires ilumina e inspira o nosso momento histórico. Os mártires ensinam-nos o amor à Verdade frente ao relativismo e ao fundamentalismo dos nossos dias. Frente ao “vale tudo” e frente ao “nada faz mal”, os nossos mártires recordam-nos que há ideais que são demasiado grandes para regatear o preço a pagar por eles. O martírio indica-nos onde se encontra a verdade do Homem, a sua grandeza e dignidade, a sua liberdade mais genuína e o comportamento mais verdadeiro e próprio do Homem que é inseparável do amor: por isso, o martírio é uma exaltação da perfeita «humanidade» e da verdadeira vida da pessoa. Os mártires são testemunho da fidelidade do homem à sua consciência bem formada como limite de todo o poder e garantia da sua semelhança divina.
Foi Beatificado com os seus companheiros no passado dia 3 de Outubro (2015), na catedral de Santander, pelo Cardeal Ângelo Amato, prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, sob o mandato do Papa Francisco.
Fonte: cf. Página Web da O.C.S.O

terça-feira, 3 de dezembro de 2019


5º Dia da Novena da Imaculada Conceição
3 de Dezembro de 2019
Avé Maria puríssima, sem pecado concebida.

“«Alegra-te, ó cheia de graça: o Senhor está contigo» - diz o mensageiro de Deus, e deste modo revela a identidade mais profunda de Maria, o «nome», por assim dizer, com que o próprio Deus a conhece: «cheia de graça». Esta expressão, que nos é tão familiar desde a infância porque a pronunciamos todas as vezes que recitamos a «Ave-Maria», oferece-nos a explicação do mistério (...) [da Imaculada Conceição]. De facto, Maria, desde o momento em que foi concebida pelos seus pais, foi objecto de uma singular predilecção da parte de Deus, o qual, no seu desígnio eterno, a escolheu para ser a mãe do seu Filho feito homem e, por conseguinte, a preservou do pecado original. Por isso o Anjo dirige-se a ela com este nome, que literalmente significa: «desde o início cheia do amor de Deus», da sua graça.
O mistério da Imaculada Conceição é fonte de luz interior, de esperança e de conforto. No meio das provações da vida e sobretudo das contradições que o homem experimenta dentro de si e à sua volta, Maria, Mãe de Cristo, diz-nos que a Graça é maior que o pecado, que a misericórdia de Deus é mais poderosa que o mal e sabe transformá-lo em bem. Infelizmente todos os dias experimentamos o mal, que se manifesta de muitos modos nas relações e nos acontecimentos, mas que tem a sua raiz no coração do homem, um coração ferido, doente e incapaz de se curar sozinho. A Sagrada Escritura revela-nos que na origem de cada mal está a desobediência à vontade de Deus, e que a morte ganhou domínio porque a liberdade humana cedeu à tentação do Maligno. Mas Deus não falta ao seu desígnio de amor e de vida: através de um caminho de reconciliação longo e paciente preparou a aliança nova e eterna, selada no sangue do seu Filho, que para se oferecer a si mesmo em expiação «nasceu de mulher» (Gl 4, 4). Esta mulher, a Virgem Maria, beneficiou antecipadamente da morte redentora do seu Filho e desde a concepção foi preservada do contágio da culpa. Por isso, com o seu Coração imaculado, Ela diz-nos: confiai-vos a Jesus, Ele salvar-vos-á.”
(Solenidade da Imaculada Conceição da Bem-Aventurada Virgem Maria, Bento XVI, «Angelus» - Praça de São Pedro, Quarta-feira, 8 de Dezembro de 2010)   

Avé Maria …

Senhor nosso Deus, que, pela Imaculada Conceição da Virgem Maria, preparastes para o vosso Filho uma digna morada e, em atenção aos méritos futuros da morte de Cristo, a preservastes de toda a mancha, concedei-nos, por sua intercessão, a graça de chegarmos purificados junto de Vós. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019


4º Dia da Novena da Imaculada Conceição
2 de Dezembro de 2019
Avé Maria puríssima, sem pecado concebida.

“A Imaculada convida-nos a não determos o nosso olhar sobre ela e a ir além, penetrando na medida do possível o mistério em que foi concebida: isto é, o mistério de Deus Uno e Trino, repleto de graça e de fidelidade. Assim como a lua brilha com a luz do sol, também o esplendor imaculado de Maria é totalmente relativo ao do Redentor. A Mãe envia-nos para o Filho; passando através dela chega-se a Cristo. Por isso, oportunamente, Dante Alighieri observa: “só a sua clareza te pode dispor a ver Cristo”.
Para ganhar confiança e dar sentido à vida, os homens precisam de se encontrar com Cristo. E a Virgem é a orientação certa para a fonte de luz e de amor que é Jesus: prepara-nos para o encontro com Ele. O povo cristão compreendeu com sabedoria esta realidade de salvação e, dirigindo-se à “Toda Santa”, com filial confiança a implora assim: “Iesum, benedictum fructum ventris tui, nobis post hoc exilium ostende. O clemens, o pia, o dulcis Virgo Maria Mostra-nos, depois deste exílio, Jesus, o bendito fruto do teu ventre. Ó clemente, ó pia, ó doce Virgem Maria”.
(Solenidade da Imaculada Conceição da Bem-Aventurada Virgem Maria, Beato João Paulo II, «Angelus», 8 de Dezembro de 2001)

Avé Maria …

Senhor nosso Deus, que, pela Imaculada Conceição da Virgem Maria, preparastes para o vosso Filho uma digna morada e, em atenção aos méritos futuros da morte de Cristo, a preservastes de toda a mancha, concedei-nos, por sua intercessão, a graça de chegarmos purificados junto de Vós. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

domingo, 1 de dezembro de 2019


Palavra de Vida
Dezembro de 2019
Letizia Magri
“Vigiai, pois, porque não sabeis em que dia virá o vosso Senhor” (Mt 24,42).
Nesta passagem do Evangelho de São Mateus, Jesus prepara os discípulos para a sua vinda definitiva e imprevisível, que será uma surpresa para todos.
Naquela época histórica havia também muitas dificuldades, guerras, sofrimentos de todo o género. Para o povo de Israel, a esperança assentava na intervenção do Senhor, que acabaria com as lágrimas. Por isso, a espera não era motivo de medo, mas antes de alívio, esperava-se um tempo de salvação.
Aqui, Jesus revela um grande segredo: viver o momento presente. Porque Ele pode vir quando estivermos no trabalho, ocupados em coisas normais do nosso dia-a-dia, naqueles afazeres em que, muitas vezes, nos esquecemos de Deus, porque estamos demasiado ocupados com as preocupações do futuro.
“Vigiai, pois, porque não sabeis em que dia virá o vosso Senhor” (Mt 24,42).
Vigiar! É um convite a manter os olhos abertos, a reconhecer os sinais da presença de Deus na História, no quotidiano, e a ajudar aqueles que vivem na escuridão a encontrarem o caminho da vida.
A incerteza sobre o dia exato da chegada de Jesus coloca o cristão numa atitude de permanente expetativa. Encoraja-o a viver o momento presente com intensidade, amando hoje, não amanhã. Perdoando agora, não depois. Transformando a realidade neste momento, e não quando encontrar tempo na sua agenda cheia de compromissos.
Meditando esta Palavra, Chiara Lubich escreveu: «Já reparaste que, em geral, não vives a vida, mas a arrastas, sempre à espera de um “depois”, à espera de um momento “bom”? É verdade que há de chegar um “momento bom” , só que não é aquele que tu estás à espera. Um instinto divino leva-te a esperar alguém ou algo que te possa satisfazer. E se calhar pensas num dia de festa, ou nalgum tempo livre, ou talvez num encontro especial, passados os quais não ficas plenamente satisfeito. E voltas ao ‘ram-ram’ de uma existência não vivida com convicção, sempre à espera. A verdade é que, entre os elementos que compõem a tua vida, há um do qual ninguém pode escapar: é o encontro frente a frente com o Senhor que vem. Este é o “bom” para o qual tendes, ainda que inconscientemente, porque és feito para a felicidade. E a plena felicidade só Ele ta pode dar» (C. Lubich, Palavra de Vida dezembro 1978, in eadem, Parole di Vita, por Fabio Ciardi (Opere di Chiara Lubich 5, Città Nuova, Roma, 2017) p. 123).
“Vigiai, pois, porque não sabeis em que dia virá o vosso Senhor” (Mt 24,42).
O Senhor Jesus há de vir, com certeza, no final da vida de cada um de nós. Entretanto, podemos já reconhecê-lo realmente presente na Eucaristia, que celebramos e partilhamos, na sua Palavra que ouvimos e vivemos, em cada irmão e irmã com quem estamos, na sua voz que fala na nossa consciência.
E também agora, a vida apresenta-se com tantos desafios, que nos interrogamos: «Mas quando é que vão acabar todos estes sofrimentos?».
Não podemos ficar passivamente à espera de uma intervenção do Senhor: cada momento deve ser vivido de modo a apressar a vinda do Reino de Deus e do seu projeto de fraternidade. Cada pequeno gesto de amor, cada gentileza, cada sorriso dado transformam a nossa existência numa contínua e fecunda espera.
Paco é capelão num hospital em Espanha. Ali estão muitos pacientes idosos, e alguns sofrem de doenças degenerativas graves. Ele contou: «Ao bater à porta do quarto de um paciente idoso, que muitas vezes fala mal contra a fé, hesitei por uns instantes… mas gostaria de lhe testemunhar o amor de Deus. Entrei com o melhor sorriso que consegui. Diriji-me a ele com doçura, expliquei-lhe a beleza dos sacramentos. Perguntei-lhe se queria recebê-los e ele respondeu: “Claro!”. Confessou-se, recebeu a Eucaristia e a Unção dos Enfermos. Fiquei ali com ele ainda uns instantes. Quando o deixei, estava muito calmo. A filha, ali presente, ficou estupefacta».

3º Dia da Novena da Imaculada Conceição
1 de Dezembro de 2019
Avé Maria puríssima, sem pecado concebida.

A Imaculada Conceição é “uma das festas mais bonitas e populares da Bem-Aventurada Virgem: ... Maria não só não cometeu pecado algum, mas foi preservada até da herança comum do género humano que é o pecado original. E isto devido à missão para a qual Deus a destinou desde o início: ser a Mãe do Redentor. Tudo isto está contido na verdade da fé da "Imaculada Conceição". O fundamento bíblico deste dogma encontra-se nas palavras que o Anjo dirigiu à jovem de Nazaré: “Salve, ó cheia de graça, o Senhor está contigo” (Lc 1, 28).
“Cheia de graça” ... é o nome mais bonito de Maria, nome que lhe foi conferido pelo próprio Deus, para indicar que ela é desde sempre e para sempre a amada, a eleita, a predestinada para acolher o dom mais precioso, Jesus, "o amor encarnado de Deus” (Enc. Deus caritas est,12). ... a ... festa da Imaculada ilumina como um farol o tempo do Advento, que é tempo de vigilante e confiante expectativa do Salvador. Enquanto nos encaminhamos ao encontro do Deus que vem, olhamos para Maria que “brilha como sinal de esperança segura e de consolação aos olhos do Povo de Deus peregrino" (Lumen gentium, 68).
(Solenidade da Imaculada Conceição da Bem-Aventurada Virgem Maria, Bento XVI, "Angelus" - Praça de São Pedro, 8 de Dezembro de 2006)

Avé Maria …

Senhor nosso Deus, que, pela Imaculada Conceição da Virgem Maria, preparastes para o vosso Filho uma digna morada e, em atenção aos méritos futuros da morte de Cristo, a preservastes de toda a mancha, concedei-nos, por sua intercessão, a graça de chegarmos purificados junto de Vós. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

Ó MEU DEUS,
instrui-me segundo a Tua Vontade,
para que eu a cumpra,
pois é disso que mais preciso.
Ó meu Deus,
instrui-me não só sobre o que Tu queres,
mas também sobre o que Tu és,
porque quanto mais eu Te conhecer,
mais Te amarei,
amar-Te é o meu primeiro dever,
a coisa que acima de tudo queres de mim
e que é também
a minha grande necessidade.
E, juntamente com a Luz,
dá-me a força para segui-la, ó meu Deus.
De facto, não basta amar-Te
e conhecer a Tua Vontade;
é preciso ter a coragem de fazer
o que Tu queres de mim.
Dá-me essa força, dá-me essa coragem.
Beato Carlos de Foucauld

COROA DE ADVENTO em FAMÍLIA
I DOMINGO DO ADVENTO
(1.Dezembro.2019)
A família junta-se à volta da Coroa de Advento e o pai ou a mãe inicia a celebração dizendo:
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
E todos respondem Ámen, enquanto traçam sobre si o sinal da Cruz.

Leitor/a:
“Vigiai, ..., estai vós também preparados, porque na hora em que menos pensais, virá o Filho do homem.”
Evangelho de São Mateus
Pai/Mãe:
Jesus vem, mas não vem para deixar tudo na mesma.
Leitor/a:
“Abandonemos as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz.”
Epístola de São Paulo aos Romanos
Pai/Mãe:
Jesus vem em nome de Deus, ensina-nos e convida-nos a viver de outra forma, a forma de Deus.
Leitor/a:
“Vinde … . Ele nos ensinará os seus caminhos e nós andaremos pelas suas veredas. De Sião há-de vir a lei e de Jerusalém a palavra do Senhor.”
Profeta Isaías

O filho/a para isso destinado, acende a 1ª vela da Coroa de Advento.
Entretanto CANTA-SE:
Luz que vem iluminar as nações e glória do vosso povo, Israel.
Ou outro que fale de Luz (Ex: A Luz de Cristo, ilumina a terra inteira, Aleluia, Aleluia).

A família em conjunto reza:
Uma vela arde em sinal de Esperança.
Uma vez mais, neste Advento,
aguardamos a vinda do Deus da Esperança,
que vem até nós.
Que a luz da Esperança que de Vós nos vem, Senhor,
brilhe sempre nas nossas vidas.

Pai/Mãe:
Despertai, Senhor, nos vossos fiéis
a vontade firme de se prepararem,
pela prática das boas obras,
para ir ao encontro de Cristo,
de modo que, chamados um dia à sua direita,
mereçam alcançar o reino dos Céus.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

Pai/Mãe: Bendigamos ao Senhor.
Todos respondem, enquanto traçam sobre si o sinal da Cruz: Graças a Deus.