terça-feira, 31 de maio de 2022

31 - MAIO com MARIA a Mãe de Deus

“…o último dia do mês de Maio, … celebra a festa mariana da Visitação. Este acontecimento convida-nos a deixar-nos inspirar e como que instruir pela Virgem Maria... Em Nazaré Ela recebeu o anúncio da sua singular maternidade e, imediatamente depois de ter concebido Jesus por obra do Espírito Santo, pelo mesmo Espírito de amor foi levada a ir ao encontro da idosa parente Isabel, que tinha chegado ao sexto mês de uma gravidez também prodigiosa. A jovem Maria, que traz no seio Jesus e, esquecendo-se de si mesma, acorre em socorro do próximo, é ícone maravilhoso da Igreja na juventude perene do Espírito, da Igreja missionária do Verbo encarnado, chamada a trazê-lo ao mundo e a testemunhá-lo especialmente no serviço da caridade. Por conseguinte, invoquemos a intercessão de Maria Santíssima, para que a Igreja do nosso tempo seja poderosamente fortalecida pelo Espírito Santo. De modo particular, que sintam a presença confortadora do Paráclito as comunidades eclesiais que sofrem perseguição pelo nome de Cristo a fim de que, participando nos seus sofrimentos, recebam abundantemente o Espírito da glória (cf. 1 Pd 4, 13-14).” Bento XVI, «REGINA CAELI», 31 de Maio de 2009

Rainha do Céu, alegrai-Vos, aleluia.

Pois Aquele que merecestes trazer em vosso seio, aleluia.

Ressuscitou como disse, aleluia.

Rogai a Deus por nós, aleluia.

Oremos. Ó Deus, que Vos dignastes alegrar o mundo com a Ressurreição do Vosso Filho Jesus Cristo, Senhor Nosso, concedei-nos, Vos pedimos, que por sua Mãe, a Virgem Maria, alcancemos as alegrias da vida eterna. Por Cristo, Senhor Nosso. Amém.

segunda-feira, 30 de maio de 2022

30 - MAIO com MARIA a Mãe de Deus

“Maria, …, constitui um sinal consolador da nossa esperança. Olhando para Ela, arrebatada na exultação das plêiades angélicas, toda a existência humana, impregnada de luzes e de sombras, se abre para a perspectiva da bem-aventurança eterna. Se a experiência quotidiana nos faz sentir directamente como a peregrinação terrestre se desenvolve sob o sinal da incerteza e da luta, a Virgem exaltada na glória do Paraíso assegura-nos que o socorro divino jamais nos faltará.” São João Paulo II, «HOMILIA», 15 de Agosto de 2001

Rainha do Céu, alegrai-Vos, aleluia.

Pois Aquele que merecestes trazer em vosso seio, aleluia.

Ressuscitou como disse, aleluia.

Rogai a Deus por nós, aleluia.

Oremos. Ó Deus, que Vos dignastes alegrar o mundo com a Ressurreição do Vosso Filho Jesus Cristo, Senhor Nosso, concedei-nos, Vos pedimos, que por sua Mãe, a Virgem Maria, alcancemos as alegrias da vida eterna. Por Cristo, Senhor Nosso. Amém.

domingo, 29 de maio de 2022

29 - MAIO com MARIA a Mãe de Deus

“…seguindo as pegadas da Paixão e da Cruz de Cristo e o itinerário da compaixão e da glória da sua Mãe. …, ajuda o coração e a mente a penetrar o mistério daquele vínculo que uniu o Salvador que sofria e sua Mãe que o confortava. No centro deste mistério de amor, quem vem aqui encontra-se a si próprio, a sua vida, o seu dia-a-dia, a sua debilidade e, ao mesmo tempo, a força da fé e da esperança: aquela força que surge da convicção de que a Mãe nunca abandona o filho na desventura, mas condu-lo ao seu Filho e confia-o à sua misericórdia.

"Junto da cruz de Jesus estavam Sua mãe, a irmã de Sua mãe, Maria, mulher de Cléofas e Maria de Magdala" (Jo 19, 25). Aquela que estava unida ao Filho por vínculos de sangue e de amor materno, lá, aos pés da Cruz, vivia esta união no sofrimento. Só ela, apesar do sofrimento do coração de mãe, sabia que esse sofrimento tinha um sentido. Ela tinha confiança, apesar de tudo, que se estava a realizar a antiga promessa: "Farei reinar a inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Esta esmagar-te-á a cabeça, ao tentares mordê-la no calcanhar" (Gn 3, 15). E a sua confiança teve a sua confirmação, quando o Filho agonizante se dirigiu a ela: "Mulher!".

Podia ela naquele momento, aos pés da Cruz, pensar que dali a pouco, passados três dias, a promessa de Deus se realizaria? Isto será para sempre um segredo do seu coração. Mas sabemos uma coisa: ela, a primeira entre todos os seres humanos, participou na glória do Filho ressuscitado. Ela como cremos e professamos foi elevada ao céu em corpo e alma para viver a união na glória, para rejubilar ao lado do Filho com os frutos da Misericórdia Divina e obtê-los àqueles que nela procuram refúgio.” São João Paulo II, «HOMILIA», Santuário de Kalwaria Zedrzydowska, Polónia, 19 de Agosto de 2002

Rainha do Céu, alegrai-Vos, aleluia.

Pois Aquele que merecestes trazer em vosso seio, aleluia.

Ressuscitou como disse, aleluia.

Rogai a Deus por nós, aleluia.

Oremos. Ó Deus, que Vos dignastes alegrar o mundo com a Ressurreição do Vosso Filho Jesus Cristo, Senhor Nosso, concedei-nos, Vos pedimos, que por sua Mãe, a Virgem Maria, alcancemos as alegrias da vida eterna. Por Cristo, Senhor Nosso. Amém.

sábado, 28 de maio de 2022

28 - MAIO com MARIA a Mãe de Deus

“"Naqueles dias, Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se apressadamente a uma cidade..." (Lc 1, 39). As palavras deste trecho evangélico fazem-nos vislumbrar, com os olhos do coração, a jovem de Nazaré a caminho da "cidade da Judeia", onde morava a sua prima, para lhe oferecer os seus serviços. Aquilo que nos surpreende acima de tudo, em Maria, é a sua atenção repleta de ternura pela sua parente idosa. Trata-se de um amor concreto, que não se limita a palavras de compreensão, mas que se compromete pessoalmente numa verdadeira assistência. À sua prima, a Virgem não dá simplesmente algo que lhe pertence; Ela dá-se a si mesma, sem nada exigir como retribuição. Ela compreendeu de maneira perfeita que, mais do que um privilégio, o dom recebido de Deus constitui um dever, que a empenha no serviço aos outros, na gratuidade que é própria do amor.” São João Paulo II, «HOMILIA», Santuário de Nossa Senhora de Lourdes, 15 de Agosto de 2004

Rainha do Céu, alegrai-Vos, aleluia.

Pois Aquele que merecestes trazer em vosso seio, aleluia.

Ressuscitou como disse, aleluia.

Rogai a Deus por nós, aleluia.

Oremos. Ó Deus, que Vos dignastes alegrar o mundo com a Ressurreição do Vosso Filho Jesus Cristo, Senhor Nosso, concedei-nos, Vos pedimos, que por sua Mãe, a Virgem Maria, alcancemos as alegrias da vida eterna. Por Cristo, Senhor Nosso. Amém.

sexta-feira, 27 de maio de 2022

27 - MAIO com MARIA a Mãe de Deus

“O Coração Imaculado de Maria aberto pelas palavras – “Senhora, eis o Teu Filho” – encontra-se espiritualmente com o Coração do Filho trespassado pela lança do soldado. O Coração de Maria foi aberto pelo mesmo amor para com o homem e para com o mundo com que Cristo amou o homem e o mundo, oferecendo-Se a Si mesmo por eles, sobre a Cruz, até àquele golpe da lança do soldado.

Consagrar o mundo ao Coração Imaculado de Maria significa aproximar-nos, mediante a intercessão da Mãe, da própria Fonte da Vida, nascida no Gólgota. Este Manancial escorre ininterruptamente, dele brotando a redenção e a graça. Nele se realiza continuamente a reparação pelos pecados do mundo. Tal Manancial é sem cessar Fonte de vida nova e de santidade.

Consagrar o mundo ao Imaculado Coração da Mãe significa voltar de novo junto da Cruz do Filho. Mais quer dizer, ainda: consagrar este mundo ao Coração trespassado do Salvador, reconduzindo-o à própria fonte da Redenção. A Redenção é sempre maior do que o pecado do homem e do que “o pecado do mundo”. A força da Redenção supera infinitamente toda a espécie de mal, que está no homem e no mundo.

O Coração da Mãe … Chama-nos a que nos deixemos auxiliar por Ela, como Mãe, para voltarmos novamente à fonte da Redenção.” São João Paulo II, «HOMILIA», Fátima, 13 de Maio de 1982

Rainha do Céu, alegrai-Vos, aleluia.

Pois Aquele que merecestes trazer em vosso seio, aleluia.

Ressuscitou como disse, aleluia.

Rogai a Deus por nós, aleluia.

Oremos. Ó Deus, que Vos dignastes alegrar o mundo com a Ressurreição do Vosso Filho Jesus Cristo, Senhor Nosso, concedei-nos, Vos pedimos, que por sua Mãe, a Virgem Maria, alcancemos as alegrias da vida eterna. Por Cristo, Senhor Nosso. Amém.

quinta-feira, 26 de maio de 2022

Venerável Servo de Deus 

MARCELINO ROUCHOUZE

sacerdote e mártir

Séculos XIX - França

Memória litúrgica a 26 de Maio (?)

Marcelino Rouchouze (nome de baptismo: João Mário).

Nasceu a 14 Dezembro de 1810 em Saint-Julien en Jarez (França), entrou na Congregação dos Sagrados Corações de Jesus e Maria e da Perpétua Adoração ao Sacratíssimo Sacramento, emitiu a profissão de votos religiosos em 1837.

Foi Professore de latim, matemática e filosofia, e enviado para a Bélgica para colaborar nos colégios da Congregação tendo sido ordenado sacerdote em 1852.

O martírio de todos os Servos de Deus está suficientemente provado. Eles foram presos em Paris em diferentes momentos e lugares: o P. Enrico Planchat em Quinta-feira Santa, 6 de Abril de 1871, os restantes; Marcelino Rouchouze e os companheiros Policarpo Tuffier e Ladislao Radigue a 12 de Abril, quarta-feira da oitava da Páscoa. Primeiro estiveram encarcerados no quartel da polícia, depois transferidos para a prisão de Mazas e, finalmente, para “La Grande Roquette”.

A 26 de Maio de 1871, foram mortos com grande violência com tiros de rifle e armas afiadas. Os cadáveres foram profanados e ridicularizados pela multidão.

O «odium fidei» (ódio pela fé) foi a principal motivação para as acções dos algozes. Na verdade, a Comuna, além das questões sócio-políticas, tinha óbvias implicações anti-religiosas: para superar o antigo regime e promover novas formas de sociedade, alguns comunais viam na religião cristã e seus expoentes um obstáculo a ser eliminado. Os Servos de Deus só foram presos por serem padres. O «odium fidei» também é confirmado pela fúria perpetrada contra os religiosos pela multidão enfurecida e pelo saque de locais e móveis dedicados ao culto. Na Casa Mãe da Congregação dos Sagrados Corações de Jesus e Maria as Espécies Eucarísticas e os objectos sagrados foram profanados.

Quanto ao martírio formal «ex parte victimarum», os Servos de Deus estavam cientes dos riscos que corriam. Eles poderiam ter deixado Paris, mas preferiram ficar e cumprir seu serviço ministerial. O Servo de Deus Matteo Enrico Planchat, alertado para a possibilidade da sua prisão, permaneceu em seu lugar para confessar os fiéis em vista da Páscoa. Durante o tempo de prisão, os Servos de Deus rezaram e confessaram os outros presos.

A fama de seu martírio e dos sinais espalhou-se logo após sua morte e manteve-se ao longo dos anos, até à actualidade.

(cf. Enrico Planchart, Ladislao Radigue e 3 Compagni (causesanti.va)

26 - MAIO com MARIA a Mãe de Deus

“Na saudação do anjo, Maria é chamada «cheia de graça»; em grego o termo «graça», charis, tem a mesma raiz linguística da palavra «alegria». Também nesta expressão é ulteriormente esclarecida a nascente do alegrar-se de Maria: o júbilo provém da graça, ou seja, deriva da comunhão com Deus, do facto de manter um vínculo tão vital com Ele, a ponto de ser morada do Espírito Santo, totalmente plasmada pela obra de Deus. Maria é a criatura que de modo singular abriu totalmente a porta ao seu Criador, colocando-se nas suas mãos sem quaisquer limites. Ela vive inteiramente da e na relação com o Senhor; põe-se em atitude de escuta, atenta a captar os sinais de Deus no caminho do seu povo; está inserida numa história de fé e de esperança nas promessas de Deus, que constitui o tecido da sua existência. E submete-se de maneira livre à palavra recebida, à vontade divina na obediência da fé.

… quanto mais nos abrirmos a Deus, acolhermos o dom da fé, depositarmos totalmente nele a nossa confiança — como Abraão e como Maria — tanto mais Ele nos torna capazes, mediante a sua presença de viver cada situação da vida na paz e na certeza da sua fidelidade e do seu amor. No entanto, isto significa sair de nós mesmos e dos nossos projectos, a fim de que a Palavra de Deus seja a lâmpada orientadora dos nossos pensamentos e das nossas acções.” PAPA BENTO XVI, «AUDIÊNCIA GERAL» - 19 de Dezembro de 2012

Rainha do Céu, alegrai-Vos, aleluia.

Pois Aquele que merecestes trazer em vosso seio, aleluia.

Ressuscitou como disse, aleluia.

Rogai a Deus por nós, aleluia.

Oremos. Ó Deus, que Vos dignastes alegrar o mundo com a Ressurreição do Vosso Filho Jesus Cristo, Senhor Nosso, concedei-nos, Vos pedimos, que por sua Mãe, a Virgem Maria, alcancemos as alegrias da vida eterna. Por Cristo, Senhor Nosso. Amém.

quarta-feira, 25 de maio de 2022

25 - MAIO com MARIA a Mãe de Deus

“…São Lucas vê a raiz da exaltação e do louvor a Maria na expressão de Isabel: «Bem-aventurada aquela que acreditou» (Lc 1, 45). E o Magnificat, este cântico ao Deus vivo e em acção na história, é um hino de fé e de amor, que brota do coração da Virgem. Ela viveu com fidelidade exemplar e conservou no mais íntimo do seu coração as palavras de Deus ao seu povo, as promessas feitas a Abraão, Isaac e Jacob, fazendo delas o conteúdo da sua oração: no Magnificat a Palavra de Deus tornou-se a palavra de Maria, lâmpada do seu caminho, de maneira a torná-la disponível a acolher também no seu seio o Verbo de Deus que se fez carne. A página evangélica de hoje evoca esta presença de Deus na história e no próprio desenrolar dos acontecimentos; aqui há uma referência particular ao Segundo livro de Samuel no capítulo 6 (1-15), onde David transporta a Santa Arca da Aliança. O paralelo que o Evangelista faz é claro: Maria à espera do nascimento do Filho Jesus é a Arca Santa que traz em si a presença de Deus, uma presença que é fonte de consolação, de alegria plena. Com efeito, João dança no seio de Isabel, precisamente como David dançava diante da Arca. Maria é a «visita» de Deus que cria júbilo. No seu cântico de louvor, Zacarias di-lo-á explicitamente: «Bendito o Senhor, Deus de Israel, que visitou e redimiu o seu povo» (Lc 1, 68). A casa de Zacarias experimentou a visita de Deus com o nascimento inesperado de João Baptista, mas sobretudo com a presença de Maria, que traz no seu seio o Filho de Deus.

…vemos em Maria, a Arca Santa que traz em si a presença de Deus. Em nós há espaço para Deus, e esta presença de Deus em nós, tão importante para iluminar o mundo na sua tristeza, nos seus problemas, esta presença realiza-se na fé: na fé abrimos as portas do nosso ser, de tal forma que Deus entre em nós, a fim de que Deus possa ser a força que dá vida e caminho ao nosso ser. Em nós existe espaço, abramo-nos como Maria se abriu, dizendo: «Que se cumpra em mim a tua vontade, eu sou a serva do Senhor». Abrindo-nos a Deus, nada perdemos. Pelo contrário: a nossa vida torna-se rica e grande. PAPA BENTO XVI, «HOMILIA» - 15 de Agosto de 2012

Rainha do Céu, alegrai-Vos, aleluia.

Pois Aquele que merecestes trazer em vosso seio, aleluia.

Ressuscitou como disse, aleluia.

Rogai a Deus por nós, aleluia.

Oremos. Ó Deus, que Vos dignastes alegrar o mundo com a Ressurreição do Vosso Filho Jesus Cristo, Senhor Nosso, concedei-nos, Vos pedimos, que por sua Mãe, a Virgem Maria, alcancemos as alegrias da vida eterna. Por Cristo, Senhor Nosso. Amém.