sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Santo Agostinho de Hipona
bispo e doutor da Igreja

«Tarde Vos amei, ó Beleza tão antiga e tão nova, tarde Vos amei! Vós estáveis dentro de mim, mas eu estava fora, e aí Vos procurava; com o meu espírito deformado, lan­çava-me sobre as coisas formosas que criastes. Estáveis comigo e eu não estava convosco.
Retinha-me longe de Vós aquilo que não existiria se não existisse em Vós. Chamastes, clamastes e rompestes a minha surdez. Brilhastes, resplandecestes e curastes a minha cegueira. Exalastes sobre mim o vosso perfume: aspirei-o profundamente, e agora suspiro por Vós. Saboreei-Vos, e tenho fome e sede de Vós. Tocastes-me, e comecei a desejar ardentemente a vossa paz».
Santo Agostinho de Hipona

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Santa Teresinha do Menino de Jesus
vida em filme («Thérèse»)
Que dizes a Jesus?
"NÃO LHE DIGO NADA,
AMO-O."
Stª Teresinha do Menino Jesus

Thérèse
vida de
Stª Teresa do Menino de Jesus

9ª Parte
(legendado em Espanhol)



Thérèse
vida de Stª Teresa do Menino de Jesus
10ª Parte
(legendado em Espanhol)


Fim

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Santa Teresinha do Menino de Jesus
vida em filme («Thérèse»)
Que dizes a Jesus?
"NÃO LHE DIGO NADA,
AMO-O."
Stª Teresinha do Menino Jesus

Thérèse
vida de
Stª Teresa do Menino de Jesus

5ª Parte
(legendado em Espanhol)



Thérèse
vida de Stª Teresa do Menino de Jesus
6ª Parte
(legendado em Espanhol)



Thérèse
vida de Stª Teresa do Menino de Jesus
7ª Parte
(legendado em Espanhol)



Thérèse
vida de Stª Teresa do Menino de Jesus
8ª Parte
(legendado em Espanhol)

Continua

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Stª Teresinha do Menino de Jesus
vida em filme («Thérèse»)
Que dizes a Jesus?
"NÃO LHE DIGO NADA,
AMO-O."
Stª Teresinha do Menino Jesus

Thérèse
vida de
Stª Teresa do Menino de Jesus

1ª Parte
(legendado em Espanhol)



Thérèse

vida de Stª Teresa do Menino de Jesus
2ª Parte
(legendado em Espanhol)



Thérèse

vida de Stª Teresa do Menino de Jesus
3ª Parte
(legendado em Espanhol)



Thérèse

vida de Stª Teresa do Menino de Jesus
4ª Parte
(legendado em Espanhol)


continua

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

São Bernardo de Claraval
Resumo Biográfico
Nasceu no ano 1090 perto de Dijon (França) e recebeu uma piedosa educação. Admitido, no ano 1111, entre os Monges Cistercienses, foi eleito, pouco tempo depois, abade do mosteiro de Claraval. Com a sua actividade e exemplo exerceu uma notável influência na formação espiritual dos seus irmãos religiosos. Por causa dos cismas que ameaçavam a Igreja, percorreu a Europa para restabelecer a paz e a unidade. Escreveu muitas obras de teologia e ascética. Morreu em 1153.

Dos Sermões de São Bernardo, abade, sobre o Cântico dos Cânticos
Amo porque amo, amo para amar
O amor subsiste por si mesmo, agrada por si mesmo e por causa de si mesmo. Ele próprio é para si mesmo o mérito e o prémio. O amor não busca outro motivo nem outro fruto fora de si; o seu fruto consiste na sua prática. Amo porque amo; amo para amar. Grande coisa é o amor, desde que remonte ao seu princípio, que volte à sua origem, que torne para a sua fonte, que se alimente sempre da nascente donde possa brotar incessantemente. Entre todas as moções, sentimentos e afectos da alma, o amor é o único em que a criatura pode corresponder ao Criador, se não em igual medida, ao menos de modo semelhante. Com efeito, Deus, quando ama, não quer outra coisa senão ser amado: isto é, não ama por outro motivo senão para ser amado, sabendo que o próprio amor torna felizes os que se amam entre si.
O amor do Esposo, ou antes o Amor Esposo, não pede senão correspondência e fidelidade. A amada deve, portanto, retribuir com amor. Como pode a esposa não amar, sobretudo se é a esposa do Amor? Como pode o Amor não ser amado?
Com razão renuncia a qualquer outro afecto e se entrega total e exclusivamente ao Amor a alma consciente de que o modo de corresponder ao amor é retribuir com amor. Na verdade, mesmo quando toda ela se transforma em amor, que é isso em comparação com a torrente perene que brota daquela fonte? Evidentemente, não corre com igual abundância o caudal do amante e do Amor, da alma e do Verbo, da esposa e do Esposo, da criatura e do Criador; há entre eles a mesma diferença que entre a fonte e quem dela bebe.
Sendo assim, ficará sem qualquer valor e eficácia o desejo da noiva, o anseio de quem suspira, a paixão de quem ama, a esperança de quem confia, porque não pode acompanhar a corrida do gigante, igualar a doçura do mel, a mansidão do cordeiro, a beleza do lírio, o esplendor do sol, a caridade d’Aquele que é a caridade? Não. Porque embora a criatura ame menos, porque é menor, se todavia ela ama com todo o seu ser, nada fica por acrescentar. Nada falta onde está tudo. Por isso, este amor total equivale ao desposório, porque é impossível amar assim sem ser amado, e neste mútuo consentimento de amor consiste o autêntico e perfeito matrimónio. Quem pode duvidar de que a alma é amada pelo Verbo, antes dela e mais intensamente?
(Sermão 83, 4-6: Opera Omnia, ed, Cisterc. 2 [l958], 300-302 - Sec. XII)

sábado, 15 de agosto de 2009

Solene definição dogmática
da Assunção
da Virgem Santa Maria

“Depois de termos dirigido a Deus repetidas súplicas, e de termos invocado a paz do Espírito de verdade, para glória de Deus omnipotente que à Virgem Maria concedeu a sua especial benevolência, para honra do seu Filho, Rei imortal dos séculos e triunfador do pecado e da morte, para aumento da glória da Sua augusta mãe, e para gozo e júbilo de toda a Igreja, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos S. Pedro e S. Paulo e com a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que: a imaculada Mãe de Deus, a sempre virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi elevada em corpo e alma à glória celestial”.
Constituição Apostólica Munificentissimus Deus
do Papa Pio XII
Ao terminar a Sua missão na terra, Maria, a Imaculada Mãe de Deus, «foi elevada em corpo e alma à glória do céu» (Pio XII), sendo assim a primeira criatura humana a alcançar a plenitude da salvação.
Esta glorificação de Maria é uma consequência natural da Sua Maternidade divina: Deus «não quis que conhecesse a corrupção do túmulo Aquela que gerou o Senhor da vida».
É também o fruto da íntima e profunda união existente entre Maria e a Sua missão e Cristo e a Sua obra salvadora. Plenamente unida a Cristo, como Sua Mãe e Sua serva humilde, associada, estreitamente a Ele, na humilhação e no sofrimento, não podia deixar de vir a participar do mistério de Cristo ressuscitado e glorificado, numa conformação levada até às últimas consequências. Por isso, Maria é «elevada ao Céu em corpo e alma e exaltada por Deus como Rainha, para assim Se conformar mais plenamente com Seu Filho, Senhor dos senhores e vencedor do pecado e da morte» (LG. 59).
Este privilégio, concedido à Virgem Imaculada, preservada e imune de toda a mancha da culpa original, é «Sinal» de esperança e de alegria para todo o Povo de Deus, que peregrina pela terra em luta com o pecado e a morte, no meio dos perigos e dificuldades da vida. Com efeito, a Mãe de Jesus, «glorificada já em corpo e alma, é imagem e início da Igreja que se há-de consumar no século futuro» (LG. 68).
O triunfo de Maria, mãe e filha da Igreja, será o triunfo da Igreja, quando, juntamente com a Humanidade, atingir a glória plena, de que Maria goza já.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Da Catequese de São João Maria Vianney, presbítero
Belo dever do homem: Orar e amar
Prestai atenção, meus filhos: o tesouro do homem cristão não está na terra, mas no Céu. Por isso, o nosso pensamento deve voltar-se para onde está o nosso tesouro.
O homem tem este belo dever e obrigação: orar e amar. Se orais e amais, tendes a felicidade do homem sobre a terra.
A oração não é outra coisa senão a união com Deus. Quando alguém tem o coração puro e unido a Deus, experimenta em si mesmo uma certa suavidade e doçura que inebria e uma luz admirável que o circunda. Nesta íntima união, Deus e a alma são como dois pedaços de cera, fundidos num só, de tal modo que ninguém mais os pode separar. Como é bela esta união de Deus com a sua pequena criatura! É uma felicidade que supera toda a compreensão humana.
Nós tornámo-nos indignos de orar; mas Deus, na sua bondade, permite-nos falar com Ele. A nossa oração é o incenso que mais Lhe agrada.
Meus filhos, o vosso coração é pequeno, mas a oração dilata-o e torna-o capaz de amar a Deus. A oração faz-nos saborear antecipadamente a suavidade do Céu, é como se alguma coisa do Paraíso descesse até nós. Ela nunca nos deixa sem doçura; é como o mel que se derrama sobre a alma e faz com que tudo nos seja doce. Na oração bem feita desaparecem as dores, como a neve aos raios do sol.
Outro benefício nos traz a oração: o tempo passa depressa e com tanto prazer que não se sente a sua duração. Escutai: quando era pároco em Bresse, em certa ocasião tive de percorrer grandes distâncias para substituir quase todos os meus colegas, que estavam doentes; e podeis estar certos disto: nessas longas caminhadas rezava ao bom Deus e o tempo não me parecia longo.
Há pessoas que se submergem profundamente na oração, como os peixes na água, porque estão completamente entregues a Deus. O seu coração não está dividido. Oh como eu amo estas almas generosas! São Francisco de Assis e Santa Coleta viam Nosso Senhor e conversavam com Ele do mesmo modo que nós falamos uns com os outros.
Nós, pelo contrário, quantas vezes vimos para a igreja sem saber o que havemos de fazer ou que pedir! No entanto, sempre que vamos ter com algum homem, sabemos perfeitamente o motivo por que vamos. Mais: há pessoas que parecem falar a Deus deste modo: «Só tenho a dizer-Vos duas palavras para ficar despachado...». Muitas vezes penso: Quando vimos para adorar a Deus, conseguiríamos tudo o que pedimos se pedíssemos com fé viva e coração puro.
(Catéchisme sur la prière: A. Monnin, Esprit du Curé d’Ars, Paris 1899, pp. 87-89)
Oração pelos Sacerdotes
(composta pelo Cardeal Richard Cushing)
Deus Todo-Poderoso e Eterno,
olhai com amor o Rosto de Vosso Filho,
Sumo e Eterno Sacerdote
e por Seu Amor tende misericórdia dos Vossos sacerdotes.
Lembrai-Vos, Compassivo Senhor,
que eles são frágeis e débeis seres humanos.
Renovai neles o dom da vocação
que, de modo admirável,
se consolidou pela imposição das mãos dos Vossos bispos.
Conservai-os sempre junto de Vós
e não permitais que o inimigo os vença
para que nunca se tornem participantes
da mais pequena falta contra a honra de tão sublime vocação.
Senhor Jesus,
rogo-Vos pelos Vossos fiéis e fervorosos sacerdotes
e também pelos que são infiéis e tíbios,
pelos sacerdotes que trabalham na sua própria terra
ou em lugares distantes e missões longínquas;
pelos sacerdotes tentados,
pelos que sentem a solidão, o tédio ou o cansaço;
pelos sacerdotes jovens
ou por aqueles que estejam prestes a morrer,
assim como pelas almas dos sacerdotes
que se encontram no purgatório.
Mas, sobretudo, Vos confio os sacerdotes que muito admiro:
o sacerdote que me baptizou,
o que me absolve dos meus pecados,
todos os sacerdotes a cujas missas tenho assistido
e me dão o Vosso Corpo e Sangue na Sagrada Comunhão;
os sacerdotes que me têm aconselhado, consolado ou animado…
e todos aqueles com quem,
de alguma forma, estou em maior dívida.
Ó Jesus, conservai-os, a todos, junto do Vosso Coração
e abençoai-os abundantemente
no tempo e na eternidade. Ámen.