terça-feira, 18 de abril de 2023

VOCES8 - Regina Caeli Laetare a 8

℣ 𝕽𝖊𝖌𝖎𝖓𝖆 𝕮𝖆𝖊𝖑𝖎, 𝖑𝖆𝖊𝖙𝖆𝖗𝖊, 𝖆𝖑𝖑𝖊𝖑𝖚𝖎𝖆! ℟ 𝕼𝖚𝖎𝖆 𝖖𝖚𝖊𝖒 𝖒𝖊𝖗𝖚𝖎𝖘𝖙𝖎 𝖕𝖔𝖗𝖙𝖆𝖗𝖊, 𝖆𝖑𝖑𝖊𝖑𝖚𝖎𝖆! ℣ 𝕽𝖊𝖘𝖚𝖗𝖗𝖊𝖝𝖎𝖙, 𝖘𝖎𝖈𝖚𝖙 𝖉𝖎𝖝𝖎𝖙, 𝖆𝖑𝖑𝖊𝖑𝖚𝖎𝖆! ℟ 𝕺𝖗𝖆 𝖕𝖗𝖔 𝖓𝖔𝖇𝖎𝖘 𝕯𝖊𝖚𝖒, 𝖆𝖑𝖑𝖊𝖑𝖚𝖎𝖆! ℣ 𝕲𝖆𝖚𝖉𝖊 𝖊𝖙 𝖑𝖆𝖊𝖙𝖆𝖗𝖊, 𝖁𝖎𝖗𝖌𝖔 𝕸𝖆𝖗𝖎𝖆, 𝖆𝖑𝖑𝖊𝖑𝖚𝖎𝖆! ℟ 𝕼𝖚𝖎𝖆 𝖘𝖚𝖗𝖗𝖊𝖝𝖎𝖙 𝕯𝖔𝖒𝖎𝖓𝖚𝖘 𝖛𝖊𝖗𝖊, 𝖆𝖑𝖑𝖊𝖑𝖚𝖎𝖆! ℣ 𝕺𝖗𝖊𝖒𝖚𝖘: 𝕯𝖊𝖚𝖘, 𝖖𝖚𝖎 𝖕𝖊𝖗 𝖗𝖊𝖘𝖚𝖗𝖗𝖊𝖈𝖙𝖎𝖔𝖓𝖊𝖒 𝕱𝖎𝖑𝖎𝖎 𝖙𝖚𝖎, 𝕯𝖔𝖒𝖎𝖓𝖎 𝖓𝖔𝖘𝖙𝖗𝖎 𝕴𝖊𝖘𝖚 𝕮𝖍𝖗𝖎𝖘𝖙𝖎, 𝖒𝖚𝖓𝖉𝖚𝖒 𝖑𝖆𝖊𝖙𝖎𝖋𝖎𝖈𝖆𝖗𝖊 𝖉𝖎𝖌𝖓𝖆𝖙𝖚𝖘 𝖊𝖘: 𝖕𝖗𝖆𝖊𝖘𝖙𝖆, 𝖖𝖚𝖆𝖊𝖘𝖚𝖒𝖚𝖘; 𝖚𝖙 𝖕𝖊𝖗 𝖊𝖎𝖚𝖘 𝕲𝖊𝖓𝖊𝖙𝖗𝖎𝖈𝖊𝖒 𝖁𝖎𝖗𝖌𝖎𝖓𝖊𝖒 𝕸𝖆𝖗𝖎𝖆𝖒, 𝖕𝖊𝖗𝖕𝖊𝖙𝖚𝖆𝖊 𝖈𝖆𝖕𝖎𝖆𝖒𝖚𝖘 𝖌𝖆𝖚𝖉𝖎𝖆 𝖛𝖎𝖙𝖆𝖊. 𝕻𝖊𝖗 𝖊𝖚𝖓𝖉𝖊𝖒 𝕮𝖍𝖗𝖎𝖘𝖙𝖚𝖒 𝕯𝖔𝖒𝖎𝖓𝖚𝖒 𝖓𝖔𝖘𝖙𝖗𝖚𝖒. ℟ 𝕬𝖒𝖊𝖓. ℣ Rainha do Céu, alegrai-vos, aleluia! ℟ porque quem merecestes trazer em vosso seio, aleluia! ℣ ressuscitou, como disse, aleluia! ℟ rogai a Deus por nós, aleluia! ℣ exultai e alegrai-Vos, ó Virgem Maria, aleluia! ℟ porque o Senhor ressuscitou verdadeiramente, aleluia! ℣ oremos: ó Deus, que Vos dignastes alegrar o mundo com a Ressurreição do Vosso Filho Jesus Cristo, Senhor Nosso, concedei-nos, Vos suplicamos, que por sua Mãe, a Virgem Maria, alcancemos as alegrias da vida eterna. Pelo mesmo Cristo, Senhor Nosso. ℟ amém!

quinta-feira, 6 de abril de 2023

Abraços do Prior

Ingredientes:

6 ovos

1.400kg de farinha + qb para polvilhar o tabuleiro

1 colher de chá de fermento

1 colher de chá de bicarbonato

3 colheres de chá generosas de canela em pó + qb para polvilhar os abraços

500 gr de açúcar + qb para polvilhar os abraços

1 cálice de aguardente ou de anis

300 ml de leite

100 gr de manteiga

1 colher de sopa generosa de banha de porco

100 ml de azeite

Sumo e raspas de 2 laranjas

Confecção:

1. Pré-aquecer o forno a 180 graus

2. Bater os ovos inteiros com o açúcar até obter um creme fofo

3. Adicionar ao preparado anterior a aguardente, o azeite, a manteiga e banha (previamente derretidos), o leite, o sumo e as raspas das laranjas e bater até envolver bem

4. Adicionar ao preparado anterior a farinha, o fermento, o bicarbonato e a canela peneirados e bater bem até obter uma massa consistente

5. Num tabuleiro previamente forrado com papel vegetal e polvilhado com farinha, colocar com uma colher de sopa pedaços de massa em montinhos ligeiramente afastados, polvilhar cada um deles com canela e açúcar amarelo e levar ao forno por 20 minutos aproximadamente, até estarem douradinhos

Nota: se cozidos em forno de lenha só há vantagens.

sábado, 1 de abril de 2023

Palavra de Vida

Abril de 2023

Patrizia Mazzola e a equipa da Palavra de Vida

«Aspirai às coisas do Alto e não às coisas da Terra» (Cl 3, 2)

Tinham acabado de nascer as primeiras comunidades cristãs e já surgiam divergências, provocadas por falsas interpretações da mensagem evangélica. Paulo, que se encontrava na prisão, soube que havia problemas desses em Colossos e, por isso, escreveu a esta comunidade. 

Compreende-se melhor a Palavra de Vida deste mês se a lermos no contexto da passagem em que se encontra: «Portanto, já que fostes ressuscitados com Cristo, procurai as coisas do Alto, onde está Cristo, sentado à direita de Deus. Aspirai às coisas do Alto e não às da Terra. Vós morrestes e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus» (Cl 3, 1-3 )

Para ultrapassar estas divergências, Paulo convida a dirigir o nosso pensamento e todo o nosso ser para Cristo que ressuscitou. De facto, no Batismo, também nós morremos e ressuscitámos com Cristo. Podemos assim viver – “já e ainda não completamente” – esta vida nova.

«Aspirai às coisas do Alto e não às coisas da Terra» (Cl 3, 2)

Obviamente, esta possibilidade não se alcança de uma vez para sempre. Deve ser continuamente procurada num caminho desafiante, que dura a vida inteira. Significa orientar a nossa vida para o alto. De facto, Cristo trouxe para a Terra a vida do Céu e a sua Páscoa é o início da nova Criação, de uma nova humanidade. A consequência lógica de quem escolhe viver o Evangelho seria esta: fazer uma escolha que mude totalmente a nossa mentalidade, inverta a ordem, os objetivos que o mundo nos propõe, que nos liberte dos condicionalismos, fazendo-nos experimentar uma mudança radical. Na verdade, Paulo não desvaloriza as “coisas da Terra” porque tudo foi renovado, desde que o Céu tocou a Terra pela Incarnação do Filho de Deus (2Cor 5,17: “Por isso, se alguém está em Cristo, é uma nova criação. O que era antigo passou; eis que surgiram coisas novas”).

«Aspirai às coisas do Alto e não às coisas da Terra» (Cl 3, 2)

«O que são as “coisas do Alto”?», interroga-se Chiara Lubich. «São aqueles valores que Jesus trouxe à Terra e pelos quais se distinguem os seus seguidores. São o amor, a concórdia, a paz, o perdão, a integridade, a pureza, a honestidade, a justiça, etc. São todas as virtudes e riquezas que o Evangelho oferece. É com elas e por meio delas que os cristãos se mantêm na sua condição de ressuscitados com Cristo. […] 

E como é que se consegue manter o coração ancorado no céu, quando vivemos no meio do mundo? Deixando-nos guiar pelos pensamentos e pelos sentimentos de Jesus, cujo olhar interior estava sempre voltado para o Pai e cuja vida refletia em cada instante a lei do Céu, que é a lei do amor» (C. Lubich, Palavra de vida de abril de 2001, em Parole di Vita, a/c Fabio Ciardi (Opere di Chiara Lubich 5) Città Nuova, Roma 2017, pp. 640-641).

«Aspirai às coisas do Alto e não às coisas da Terra» (Cl 3, 2)

A presença dos cristãos no mundo abre-se corajosamente para a nova vida da Páscoa. São homens e mulheres novos que não são do mundo (Jo 15,18-21), mas vivem no mundo com todas as atuais dificuldades. Dizia-se assim acerca dos primeiros cristãos: «Moram na Terra e são regidos pelo Céu. […] O que a alma é para o corpo, isso são os cristãos no mundo» (Carta a Diogneto (V 9; VI 1), tradução de M. Luís Marques, in snpcultura.org.).

A escolha corajosa e totalmente evangélica de um operário, que decidiu ajudar um colega que tinha sido despedido, provocou, com o seu testemunho, uma cadeia de gestos de fraternidade. 

«Entre as várias cartas de despedimento que foram entregues na fábrica, uma era dirigida ao Jorge. Conhecendo as suas precárias condições económicas, convidei-o a ir comigo ao departamento do pessoal: “Eu estou numa situação melhor do que ele – declarei –, a minha mulher tem um emprego. Despeçam-me antes a mim”. O chefe prometeu voltar a examinar o caso. Quando saímos, o Jorge abraçou-me comovido. Naturalmente, este facto passou de boca em boca e mais dois operários, mais ou menos nas mesmas condições, disponibilizaram-se para serem despedidos no lugar de dois colegas. A direção viu-se constrangida a repensar os métodos de escolha dos despedimentos. O pároco, tendo conhecido este facto, contou-o, sem dizer nomes, na homilia do domingo. No dia seguinte, informou-me que duas estudantes lhe tinham ido entregar todas as suas poupanças, para ajudar os operários em dificuldade, declarando: “Também nós queremos imitar o gesto daquele operário”» (B. S. – Brasil) (Experiência retirada do site www.focolare.org).

terça-feira, 14 de março de 2023

Qu'est-ce que la Sagesse Bénédictine aurait à dire à notre monde d'aujou...

Ordenação Diaconal de Marcelino José Moreno Caldeira

22 de Janeiro de 1995
Ordenação Diaconal deste servidor
na Igreja de São João Baptista de Coruche 
conferida pelo Sr. D. Maurílio de Gouveia ,
arcebispo de Évora

sexta-feira, 10 de março de 2023

Broas de Batata

da Irmã Isabel de Elvas


Ingredientes

1 kg de batata

1 kg de farinha

400 gr de açúcar 

200 gr de manteiga

6 ovos

Raspas de 2 limões

Uma pitada de fermento


Preparação

Cozer a batata e passá-la pelo passevite como se de puré se tratasse.

A seguir: tudo ao molho e fé em Deus.


Forno pré aquecido a 180º


Com a mão apanhas pequenas porções da massa, sem fazer bola, e colocar num tabuleiro previamente forrado com papel vegetal e polvilhado com farinha e levar ao forno, aproximadamente por 15 minutos, até ficarem douradinhas.


Euzinho polvilho com canela e açúcar amarelo cada broa antes de colocar no forno.

quarta-feira, 1 de março de 2023

Palavra de Vida

Março de 2023

Letizia Magri e a equipa da Palavra de vida

«Procedei como filhos da luz, pois o fruto da luz está em toda a espécie de bondade, justiça e verdade». (Ef 5, 8-9)

Paulo escreveu esta frase à comunidade de Éfeso, uma cidade grande e imponente, onde ele tinha vivido, tinha batizado e evangelizado. 

Quando a escreveu, por volta do ano 62, encontrava-se provavelmente em Roma, na prisão. Estava numa situação de sofrimento. Apesar disso escreveu a estes cristãos, não tanto para resolver problemas da comunidade, mas para lhes anunciar a beleza do desígnio de Deus sobre a Igreja nascente. 

Fê-lo para recordar aos efésios que, pelo dom do Batismo e da fé, eles deixaram de “ser trevas” e passaram a “ser luz”. Encorajou-os assim a comportarem-se de modo coerente. 

Para Paulo, trata-se de percorrer um caminho de contínuo crescimento no conhecimento de Deus e da sua vontade que é sempre amor, recomeçando em cada dia. 

Quis, por isso, exortá-los a viverem no seu dia a dia de acordo com o chamamento que tinham recebido: serem “imitadores” do Pai (Ef 5,1), como filhos muito queridos, santos e misericordiosos.

«Procedei como filhos da luz, pois o fruto da luz está em toda a espécie de bondade, justiça e verdade». (Ef 5, 8-9)

Também nós, cristãos do século XXI, somos chamados a “ser luz”. Contudo, condicionados pelos nossos limites ou agitados pelas circunstâncias externas, podemos sentir-nos inadequados. 

Como podemos caminhar com esperança, apesar das trevas e das incertezas que por vezes parecem dominar-nos? 

Paulo persiste em encorajar-nos: será a Palavra de Deus, vivida, a iluminar-nos e a tornar-nos capazes de “brilhar como astros” (Fil 2,15) no meio desta humanidade transviada. 

«Como outro Cristo, cada homem e cada mulher pode dar um contributo […] em todos os campos da atividade humana: na ciência, na arte, na política. […] Se acolhermos a Sua Palavra, sintonizamo-nos cada vez mais com os Seus pensamentos, os Seus sentimentos, os Seus ensinamentos. A Palavra ilumina todas as nossas atividades, orienta e corrige todos os aspetos da nossa vida. […] O nosso “homem velho” está sempre pronto a isolar-se no seu espaço privado, a cultivar os seus pequenos interesses pessoais, a esquecer-se das pessoas que passam ao seu lado, a permanecer indiferente ao bem comum, às necessidades da humanidade que nos circunda. Reacendamos, por isso, no nosso coração a chama do amor e teremos olhos novos para olhar à nossa volta» (C. Lubich, Palavra de Vida de setembro de 2005, em Parole di Vita, a/c Fabio Ciardi (Opere di Chiara Lubich 5), Città Nuova, Roma 2017, p. 760).

«Procedei como filhos da luz, pois o fruto da luz está em toda a espécie de bondade, justiça e verdade». (Ef 5, 8-9)

A luz do Evangelho, vivido pelos indivíduos e pelas comunidades, dá esperança e reforça os laços sociais, mesmo quando as calamidades, como a Covid, causam dor e agravam as pobrezas. 

Nas Filipinas, como o Jun nos conta, em plena pandemia, uma aldeia foi devastada por incêndios e muitas famílias perderam tudo: «Apesar de sermos pobres, a minha mulher Flor e eu, sentimos um forte desejo de ajudar. Partilhei esta situação com o grupo de motociclistas de que faço parte, sabendo que estavam a sofrer como nós. Isso não impediu os meus amigos de se comprometerem. Angariámos sardinhas enlatadas, massa, arroz e outros alimentos que oferecemos às vítimas dos incêndios. 

Por vezes, quando pensamos sobre o que o futuro nos reserva, a minha mulher e eu sentimo-nos desencorajados, mas recordamos sempre a frase do Evangelho que diz: “Aquele que quiser salvar a sua vida há de perdê-la, mas aquele que perder a sua vida por causa de mim e do evangelho há de salvá-la” (Mc 8,35). Mesmo se não somos ricos, sabemos que temos sempre alguma coisa para partilhar, por amor a Jesus no outro. É este amor que nos leva a continuar a dar com sinceridade e a ter confiança no amor de Deus».

O que está em causa é deixarmo-nos iluminar na profundidade do nosso coração. Os bons frutos deste caminho – bondade, justiça e verdade – são agradáveis aos olhos do Senhor e, mais do que qualquer discurso, dão testemunho da bondade da vida do Evangelho. 

Não esqueçamos o apoio que recebemos de todos aqueles com quem partilhamos esta Santa Viagem da vida. O bem que recebemos, o perdão recíproco que experimentamos, a partilha de bens materiais e espirituais que vivemos: todos estes são auxílios preciosos, que nos enchem de esperança e nos tornam testemunhas. 

Jesus prometeu: “Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos” (Cf. Mt 28,20).

Ele, o Ressuscitado, fonte da nossa vida cristã, está sempre connosco na oração comum e no amor recíproco, a aquecer o nosso coração e a iluminar a nossa mente.