sábado, 13 de fevereiro de 2010

«Queríamos ver a Jesus» (Jo 12,21). Este pedido, feito ao apóstolo Filipe por alguns gregos que tinham ido em peregrinação a Jerusalém por ocasião da Páscoa, ecoou espiritualmente também aos nossos ouvidos ao longo deste ano jubilar. Como aqueles peregrinos de há dois mil anos os homens do nosso tempo, talvez sem se darem conta, pedem aos crentes de hoje não só que lhes «falem» de Cristo, mas também que de certa forma lh'O façam «ver». E não é porventura a missão da Igreja reflectir a luz de Cristo em cada época da história, e por conseguinte fazer resplandecer o seu rosto também diante das gerações do novo milénio? Mas, o nosso testemunho seria excessivamente pobre, se não fôssemos primeiro contemplativos do seu rosto; …, o olhar permanece mais intensamente fixo no rosto do Senhor”.
João Paulo II, Novo Millennio Ineunte, 16

2 comentários:

Nova Civilização disse...

Padre Marcelino,

obrigada por esse texto, pois ontem a minha filha de 10 anos em uma conversa com várias pessoas ela disse: Mamãe eu quero muito ver o rosto de Jesus Cristo. Estar na sua presença .Ver realmente a sua fisionomia. Peguntou até se morresse ela iria ver o rosto de Cristo. Ficamos na hora todos muito preocupados e conversamos com ela dizendo que ela não precisaria morrer para ver o rosto de Cristo. Mas mesmo assim ela insistiu em querer ver. E esse texto me lembrou esse assunto e me fez pensar o quanto uma criança de coração tão puro imagina, pensa incansavelmente na fisionomia de Cristo e fala com a gente sobre isso... Em como precisamos realmente ser mais contemplativos com a sua face. Lembrar sempre e nos colocarmos na sua presença como uma criança,

muito obrigada. Penso que as minha dúvida e anseio em relação ao questionamento dela foi respondido,

Abraços fratenos

Gisele

Canela disse...

Pe. Marcelino;

Lá nos vai trazendo "perolas" para admirarmos...

A grande carência do mundo é de DEUS, e não de dinheiro. Só que ainda não descobriram...

Com amizade fraternal e grata por esta belissima partilha.