domingo, 26 de fevereiro de 2017

Servo de Deus Marcelino da Capradosso,
irmão leigo da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos
Século XIX-XX – Itália
Memória a 26 de Fevereiro
Frei Marcelino Maoloni de Capradosso di Rotella (AP) nasceu a 22 Setembro de 1873, em Itália.
Desde a infância foi admirado pelos seus conterrâneos pela sua profunda piedade para com Deus, pela sua humidade e disposição para a penitência.
Seguiu o ideal de São Francisco de Assis na Ordem dos Frades Menores Capuchinhos.
Foi querido por Deus e pelas pessoas pela sua bondade para com os doentes, pela assídua mortificação de si mesmo e pela clara compreensão das divinas verdades.
Uma grave doença torna-o num verdadeiro mártir e prepara-o para o Reino dos Céus.
Morreu no Convento dos Capuchinhos de Fermo, a 26 de Fevereiro de 1909, com 36 anos de idade.
Ainda nos nossos dias são assinaladas graças obtivas pela sua intercessão.
As “Actas do Processo Diocesano” compiladas em Fermo, estão Roma esperando que a Sagrada Congregação para a Causa dos Santos as examine.
Para conseguir imagens, biografias e comunicar “graças” obtidas pela sua intercessão, dirigir-se a:
VICE POSTULAZIONE del Servo di Dio Marcellino da Capradosso
CONVENTO CAPPUCCINI
63023 FERMO (AP)
Itália - Tel. 0734/219379

sábado, 18 de fevereiro de 2017


"Parai! Reconhecei que Eu sou Deus" (Sl 46, 11)

Sente-se em silêncio. Abaixe a cabeça, feche os olhos, respire suavemente, e imagine-se olhando para o seu próprio coração. Leve sua mente, ou seja, os seus pensamentos, da sua cabeça para o seu coração. Ao inspirar, diga: "Senhor Jesus Cristo", ao expirar diga: "tende piedade de mim". Diga movendo os lábios suavemente ou pode simplesmente dizê-lo na sua mente. Tente colocar todos os outros pensamentos de lado. Tenha calma, seja paciente, e repita este exercício espiritual diariamente.
Qualquer um pode praticar a Oração de Jesus. Pode-se repetí-la em qualquer momento. Para começar a fazer a Oração como parte de nossa regra de oração diária, devemos seguir a direcção de Jesus. Ele diz: "Vinde, retiremo-nos para um lugar deserto e descansai um pouco" (Mc 6, 31), então orar em segredo, sozinho e em silêncio.
Escolha um lugar tranquilo onde você não será perturbado. É melhor se você puder proteger os sentidos de tanto estímulo quanto possível. É melhor fazer a Oração de Jesus no início da manhã, antes do nascer do sol, quando a mente está em repouso e sem distrações, o corpo está relaxado e há pouca atividade para perturbar sua concentração. Alguns podem achar o entardecer ou o início da noite melhor, e, outros reservam um tempo nos dois períodos, manhã e noite, para sua prática com a Oração. O importante é fazê-la diariamente, sem deixar passar um dia sequer. Uma prática diária de 30 minutos no início e no final do dia é uma boa regra de oração, mas, podemos começar com 10 minutos, e, irmos aumentando o tempo aos poucos.
"Parai! Reconhecei que Eu sou Deus" (Sl 46, 11) é um convite à Oração Contemplativa, à Oração do Coração, mediante a qual fazemos a experiência viva da presença de Deus em nós. Então, poderemos exclamar, como Santo Agostinho "Eis que habitavas dentro de mim, e eu Vos procurava do lado de fora".
(Fonte: cf. http://www.oracaodejesus.com/index.html)

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Servo de Deus Marcelino Mur Banch, irmão leigo dos Missionários do Coração de Maria e 109 companheiros mártires
Século XIX/XX - França
Memória litúrgica a 19 de Janeiro

Marcelino Mur Banch nasceu a 1 de Abril de 1882 em Riguepeu, Gers (França).
Entrou na Congregação dos Missionários do Coração de Maria (ou Missionários  Claretianos), como irmão, ou seja como religioso não destinado ao sacerdócio.
Exercer as funções de porteiro e sacristão.
Estando em França, em 1936 regressou a Espanha, tendo sido imediatamente martirizado a 19 de Janeiro. Tinha 53 anos de idade.
No dia 22 de dezembro de 2016, o Papa Francisco autoriza a Congregação para a Causa dos Santos a publicar o Decreto da próxima beatificação dos Mártires espanhois Mateus Casals, sacerdote, Teófilo Casajús, estudante e Fernando Saperas, Missionário Irmão e companheiros, 109 no total, todos pertencentes à Congregação dos Missionários Filhos do Imaculado Coração de Maria (Missionários Claretianos), assassinados por ódio à fé, em 1936 e 1937. O irmão Marcelino, faz parte deste numeroso grupo de filhos de Santo António Maria Claret.
Aguarda-se a divulgação da data e do local da Beatificação.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

São Marcelino de Ancona, bispo
Século VI - Itália
Memória litúrgica a 9 de Janeiro

Membro da nobre família dos Boccamajore.
Na segunda metade do século VI, foi bispo Ancona, no Piceno, hoje nas Marcas, região da Itália, exercendo o seu ministério com grande zelo. 'Vir vitae venerabilis' "homem de vida venerável", assim o define o Papa São Gregório Magno.
Conta-se que num furioso incendio, dificilmente controlável, São Marcelino impedido de andar por uma grave forma de gota, faz-se transportar até perto do fogo e com o evangelho na mão, milagrosamente obtém o fim do fogo.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017


Beata Marcelina Darowska
(Maria Marcelina da Imaculada Conceição), fundadora
Século XIX/XX - Ucrânia
Memória litúrgica a 5 de Janeiro
Foi Beatificada a 6 de Outubro de 1996, na Praça de São Pedro em Roma, pelo Papa São João Paulo II.
Marcelina Darowska nasceu a 28 de Janeiro de 1827, em Szulaki, na actual Ucrâina, à época Polónia ocupada pela Rússia. Marcelina era a quinta dos oito filhos de Jan Kotowicz e Maksymilia Jastrzebska, proprietários de terrenos agrículas abastados. Cresce no típio ambiente dos senhores rurais. Na época, a sua cidade natal Szulaki estava sob ocupação russa, que queria a todo o custo destruir o património cultural polaco, provocando o encerramento dos seminários e dos conventos da Igreja Católica, que era muito perseguida.
Marcelina fez a Primeira Comunhão aos 10 anos e aos 12 foi enviada a um rigoroso colégio interno feminino em Odessa. Desde menina, nela desabrochou o desejo de uma vida consagrada. Depois de ter estudado por três anos regressou a casa e começa a ajudar o pai na gestão das propriedades agrículas da família.
Não podendo satisfazer o seu desejo pela falta de conventos na região e por oposição paterna, acaba por prometer ao pai que se casaria.
Aos 21 anos aceitou casar com Karol Darowski proprietário de terras na Podolia (histórica região da Ucrâina, dividida, naquele tempo, entre a Austria e a Russia). Mas o matrimónio só se poderá celebrar um ano depois, pois Marcelina que teve que ceder à insistência do pai, reage com uma dolorosa paralisia na perna e um enfraquecimento geral do organismo, que quase a levou à morte.
Depois de semanas de doença recompõe-se a a 2 de Outubro de 1824 casou com Karol Darowski por obediência. Mesmo assim, foi uma esposa exemplar e do matrimónio nasceram dois filhos, José e Carolina.
Infelizmente, três anos depois, o marido morre de tifo e alguns meses depois também morre o filhinho José. Viúva as 25 anos promete a Nossa Senhora, fazendo um voto “de não voltar a pertencer a nenhuma criatura”. Assim, e para se curar faz uma viagem ao estrangeiro. Primeiro a Berlim, depois a Paris e a 11 de Abril de 1853 chega a Roma.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Santos Marcelino, Argeo e Narciso mártires
Século IV - Itália
Memória litúrgica a 2 de Janeiro

Floro, seguindo o Martirologio Jeronimiano, a 2 Janeiro, recorda os três irmãos Marcelino, Argeo e Narciso, mártires Tomi.
Marcelino, a quem deu o apelido de «puer» (menino), recrutado para os arqueiros do tempo de Licínio, sendo cristão não quer prestar serviço militar e, depois de ser brutalmente espancado e ter passado algum tempo na prisão, foi lançado ao mar.
Adone acrescenta que Argeo e Narciso foram decapitados e também que o corpo de Marcelino, devolvido à costa, teve piedosa sepultura. Galesino, sem especificar a fonte, atesta que Argeo e Narcisso foram presos enquanto visitavam o irmão na prisão.
As notas de Floro, com os acrescentos de Adone, são no entanto inexactas, até porque, no Martirologio Jeronimiano, nos primeiros dias de Janeiro, as informações são muito confusas. Com efeito, no Martirologio Jeronimiano os três irmãos são celebrados a 3 de Janeiro, enquanto a determinação topografica de Floro, «Tomis in Ponto», deve referir-se aos mártires Stratone, Macrobio e Marciano recordados a 2 de Janeiro, e os acontecimentos do recrutamento e da morte de Marcelino confundem-se com Teogene, mártir de Cizico. Para determinar o lugar onde os mártires foram mortos e o dia exacto da sua festa deve ter-se presente que no Martirologio Jeronimiano a 1 de Janeiro lê-se: «Romae Via Appia coronae et milites XXX». A nota emendada, apresenta-se assim: «Romae, via Appia, miliario XXX, Corano territorio», e essa pertence aos Santos Marcelino, Argeo e Narciso que, na «Passio de São Marciano presbítero», parece terem sido decapitados perto Cori. Os seus restos mortais lá repousaram até que o Papa Leão IV os levou, juntamente com outros, para Roma para a Basílica dos Santi Quattro Coronati em Roma, como se lê na inscrição na parede esquerda da igreja. Por conseguinte considerou-se que Argeo, Narciso e Marcelino estão identificados com os mártires de Cori.
Cf. Mario Salsano em: http://www.santiebeati.it/
Tradução e adaptação: P. Marcelino Caldeira

domingo, 1 de janeiro de 2017


Garanto que não fiz batota...
Então não querem lá saber
o Santinho Protector que me calhou para 2017!
Santa Isabel da Santíssima Trindade

Deus Eterno e Omnipotente,
Criador, Salvador e Vivificador,
eu Vos dou graças pelo Santo Protector
que Me concedestes para este ano de 2017.
Concedei-me que seguindo o seu exemplo
me encontre verdadeiramente conVosco,
deixe abrasar do Vosso Amor,
seja fiel à Vossa Vontade,
me liberte das obras da trevas
e revista das armas da luz (cf. Rm 13, 12),
me deixe habitar por Vós
e seja a morada da Vossa eleição.
Que o meu testemunho de vida,
seja Verdadeiramente evangélico,
contribua para a construção
do “mundo novo”
e, no termo deste ano,
me encontre mais parecido conVosco
e, possa dizer com verdade e com a vida:
“Já não sou eu que vivo,
mas é Cristo que vive em mim.” (Gl 2, 20)
Tudo isto, conduzido e guiado
pela mão carinhosa e maternal de Maria,
Vossa Filha, Mãe e Esposa. Ámen.

sábado, 1 de outubro de 2016


ORAÇÃO A CRISTO ORANTE
Senhor Jesus, Orante e Mestre,
aqui estamos: somos o Vosso Povo, o Vosso rebanho,
os herdeiros da Vossa Oração.
Os nossos olhos, o nosso pensamento, o nosso coração,
estão voltados inteiramente para Vós:
queremos ver-Vos orar,
para imitar, com amorosa atenção,
os Vossos gestos, os Vossos modos,
os Vossos lugares e os Vossos tempos;
as Vossas palavras, os Vossos silêncios:
a Vossa Oração, Senhor!
Sabemos que só em Vós está a Fonte viva da Oração.
A quem iremos? Só Vós tendes palavras de Oração viva.
Ensinai-nos a Orar!
A fazer da Oração experiência de Amor.
Os Vossos braços levantados
são o Caminho da nossa súplica.
O Vosso Coração,
a Árvore frondosa onde se aninham as nossas orações;
Vós Sois a Vide onde enxertamos
o trémulo Abbá que geme o Espírito.
Os Vossos olhos fixos no Pai que nada Vos nega
e as Vossas mãos abertas em confiada súplica de Menino,
são Jesus, a Escola da nossa oração de filhos.
Entre o átrio das nossas inquietações mais externas
e o altar do nosso ferido coração:
chorais Vós, Sacerdote Eterno, presente dentro de nós,
pelos que vivemos longe do Amar do Pai.
Senhor, ensinai-nos a orar, mas mais ainda:
ensinai-nos a deixar-vos orar, a Vós, em nós.
Que a Vossa oração flua pelo nosso caminho interior
e transforme o estéril areal da nossa seca oração
em regado paraíso do trato de amizade.
Vós, Amigo e Senhor, Irmão e Deus,
Mestre e Modelo,
sempre vivo para interceder,
que viveis e reinais e orais,
pelos séculos dos séculos.
Ámen.
Monges de Cristo Orante, Argentina